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Em passo histórico! Google fecha acordo para usar energia de fusão nuclear

Ryan Cardoso Por Ryan Cardoso
02/07/2025
Em TECNOLOGIA E INOVAÇÃO, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

O desenvolvimento da energia de fusão nuclear tem sido alvo de pesquisas intensas em laboratórios nacionais e empresas privadas ao redor do mundo. A busca por uma fonte energética limpa e praticamente inesgotável mobiliza cientistas e engenheiros há décadas, especialmente diante do aumento da demanda global por eletricidade. Recentemente, avanços significativos foram registrados, como o experimento do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, nos Estados Unidos, que conseguiu um breve ganho líquido de energia utilizando lasers em 2022.

Apesar dos progressos, transformar a fusão nuclear em uma solução comercial ainda exige superar desafios técnicos consideráveis. O chamado “equilíbrio de engenharia” — quando a energia gerada pela fusão supera toda a energia consumida para iniciar e manter a reação — permanece como um dos principais obstáculos. Para que uma usina de fusão seja viável, é necessário garantir que as reações ocorram de forma contínua e estável, e não apenas em eventos isolados.

O que é a energia de fusão nuclear?

A fusão nuclear é um processo no qual núcleos de átomos leves, como o hidrogênio, se unem para formar um núcleo mais pesado, liberando uma quantidade significativa de energia. Este fenômeno é o mesmo que ocorre no interior das estrelas, incluindo o Sol. Diferente da fissão nuclear, que divide átomos pesados e gera resíduos radioativos de longa duração, a fusão produz resíduos mínimos e menos perigosos, tornando-se uma alternativa mais sustentável para a geração de eletricidade.

Quais são os principais desafios para viabilizar a fusão nuclear?

Viabilizar a energia de fusão em escala comercial envolve superar barreiras tanto na física quanto na engenharia. Entre os principais desafios estão:

  • Confinamento do plasma: É necessário manter o plasma — um gás superquente onde ocorre a fusão — estável e confinado por tempo suficiente para que a reação aconteça de forma eficiente.
  • Consumo energético: O processo de iniciar e manter a fusão consome muita energia, e ainda não se alcançou um ponto em que a energia gerada supere consistentemente a energia gasta.
  • Materiais resistentes: Os equipamentos precisam suportar temperaturas e radiações extremas sem se degradar rapidamente.
  • Operação contínua: Para ser viável, a fusão deve ocorrer de forma constante, e não apenas em pulsos breves.

Empresas como a Commonwealth Fusion Systems (CFS) apostam em tecnologias inovadoras, como o uso de grandes ímãs supercondutores, para tentar resolver parte dessas questões e acelerar o desenvolvimento de reatores comerciais.

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Google – Créditos: depositphotos.com / bennymarty

O interesse pela fusão nuclear tem crescido à medida que setores como inteligência artificial e data centers aumentam a demanda por eletricidade. Se for bem-sucedida, a fusão poderá fornecer energia limpa, segura e praticamente ilimitada, contribuindo para a redução das emissões de carbono e o combate às mudanças climáticas. Diferente das usinas de fissão, as instalações de fusão não produzem resíduos radioativos de longa duração, o que representa uma vantagem ambiental significativa.

O projeto ARC, liderado pela CFS, pretende iniciar a geração de energia de fusão no começo da década de 2030. No entanto, ainda há etapas científicas e tecnológicas a serem superadas antes que a fusão se torne uma realidade no cotidiano. O avanço dessas pesquisas é acompanhado de perto por governos, empresas e investidores, que veem na fusão nuclear uma possível resposta para os desafios energéticos do século XXI.

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