Ao pensar em mobiliar a sala, uma das primeiras dúvidas costuma ser quanto custa um sofá e por que existem valores tão diferentes para peças que, à primeira vista, parecem semelhantes. Além do preço, entram em cena fatores como conforto, durabilidade, facilidade de limpeza e o espaço disponível no ambiente, o que torna essencial entender como cada característica impacta diretamente no valor final.
Quanto custa um sofá hoje em dia?
O preço de um sofá varia bastante, mas é possível identificar faixas médias de acordo com o tipo de modelo e o padrão de acabamento. Isso ajuda a ter uma visão inicial de orçamento e a alinhar expectativa e realidade.
Um sofá simples de 2 ou 3 lugares geralmente parte de cerca de R$ 900 e pode chegar perto de R$ 1.800, variando conforme tecido, marca e densidade da espuma. Já modelos maiores ou com recursos extras tendem a ficar em faixas mais altas de preço.

Quais são as faixas de preço por tipo de sofá?
Para organizar melhor quanto custa um sofá por categoria, é útil agrupar os valores em faixas aproximadas, considerando uso, tamanho e complexidade dos mecanismos. Assim fica mais fácil comparar opções semelhantes. Confira algumas faixas de preço de sofás:
- Sofá simples (2 ou 3 lugares): cerca de R$ 900 a R$ 1.800, com tecidos básicos como suede, linho sintético ou sarja e espumas de densidade mais baixa.
- Sofá retrátil e reclinável: aproximadamente R$ 1.800 a R$ 4.000, com mecanismos internos, encostos reclináveis e assentos deslizantes.
- Sofá em L ou de canto: faixa média entre R$ 2.500 e R$ 6.000, indicado para salas médias e grandes, muitas vezes com chaise ou módulos integrados.
- Sofá sob medida ou de design: pode ir de R$ 5.000 a valores acima de R$ 12.000, quando envolve projeto personalizado, tecidos nobres e acabamentos diferenciados.
Quais fatores encarecem o valor de um sofá?
Vários elementos influenciam no preço do sofá, muitos deles não visíveis à primeira olhada, como o tipo de tecido, a qualidade da espuma e a estrutura interna. Esses fatores determinam conforto, durabilidade e facilidade de limpeza.
Materiais mais sofisticados, como couro natural, veludo e linho puro, bem como tecidos impermeáveis ou antimanchas, elevam o custo, mas tendem a durar mais. Espumas de maior densidade, molas ensacadas e estruturas em madeira maciça também encarecem o móvel, porém oferecem maior resistência ao uso intenso.

Como economizar na compra de um sofá sem perder qualidade?
É possível equilibrar custo e benefício definindo claramente o uso principal do sofá e priorizando o que realmente importa para a rotina da casa. Assim, você decide em quais itens vale investir mais e em quais recursos pode abrir mão. Veja abaixo formas de economizar:
- Comparar lojas físicas e virtuais: o mesmo modelo pode ter diferenças significativas de preço entre canais de venda.
- Observar promoções e queima de estoque: sofás de mostruário podem ter bons descontos, desde que estejam em bom estado.
- Priorizar o essencial: reduzir mecanismos articulados e extras ajuda a baratear sem comprometer o conforto básico.
- Avaliar modelos modulares: permite ampliar o conjunto aos poucos, conforme o orçamento.
- Verificar garantia e assistência: um preço um pouco mais alto pode compensar pela maior segurança no pós-venda.
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Como escolher o melhor sofá para seu espaço e uso diário?
Na hora da compra, considere o tamanho da sala, a quantidade de pessoas que usarão o sofá e a frequência de uso ao longo da semana. Esses pontos ajudam a definir o tipo ideal de modelo e o investimento mais adequado.
Para salas de TV e uso intenso, opte por sofás retráteis, tecidos resistentes e espumas de maior densidade. Em ambientes pouco usados, um modelo simples e compacto costuma atender bem, com custo menor e manutenção mais fácil.

