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Alta do dólar expõe fragilidade do real e pressiona decisões de investidores

A recente valorização do dólar frente ao real reacendeu discussões sobre os fundamentos econômicos do Brasil e os riscos que permeiam os investimentos no país. Apesar do bom desempenho de algumas bolsas globais — com os Estados Unidos batendo recordes impulsionados por gigantes como Nvidia —, o Brasil vai na contramão do otimismo.

Para a BCA Research, uma das principais casas de análise macroeconômica do mundo, os investidores devem manter uma postura defensiva com relação ao Brasil. Em relatório divulgado nesta segunda-feira (14), a consultoria afirma que o real está entre as moedas emergentes mais vulneráveis, com perspectiva de desempenho lateral frente ao dólar — mesmo em um cenário de enfraquecimento global da moeda americana.

“O real brasileiro está entre as piores moedas em termos de conta corrente. Além disso, o país compartilha dos mesmos problemas fiscais e de balanço de pagamentos dos EUA, o que reduz seu potencial de valorização”, afirma o documento da BCA.

A avaliação contraria o consenso otimista que se formava em parte do mercado, com a ideia de que ativos brasileiros estariam baratos e poderiam se beneficiar de um dólar mais fraco. A BCA contesta: “Mesmo se o dólar enfraquecer, o Brasil não deve capturar muitos ganhos, especialmente quando comparado a outros emergentes como México, Chile ou Peru”.

Riscos domésticos agravam a pressão sobre dólar

Segundo o relatório, o Brasil enfrenta uma combinação delicada de dívida pública em trajetória insustentável, déficit em conta corrente, e uma economia prestes a desacelerar bruscamente. Essa conjuntura, chamada de “gêmeos déficits”, tende a gerar fuga de capitais e sustentar a pressão sobre o câmbio.

Além disso, o documento aponta que investidores estrangeiros, especialmente europeus e japoneses, devem reduzir sua exposição aos ativos brasileiros, o que pode intensificar a desvalorização cambial.

“O Brasil possui uma posição líquida de portfólio muito negativa, a segunda pior entre os emergentes. Isso significa que, em um ambiente de aversão ao risco, o país tende a sofrer saídas de capital mais intensas”, alerta a BCA.

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Investidores devem manter estratégia internacional, mesmo com bolsas em alta

Apesar da pressão cambial, o momento não é de retração nos investimentos internacionais. Durante entrevista à BM&C News, o sócio da Fami Capital, Tato Barros, destacou que a diversificação global segue sendo uma estratégia válida — inclusive com as bolsas americanas em máximas.

“A execução de uma alocação internacional deve ocorrer independentemente do preço. Sempre vamos achar que está caro ou que vai cair mais. O importante é ter qualidade no portfólio”, disse.

Ele destacou ainda que a força das empresas americanas, em especial do setor de tecnologia, justifica a manutenção da exposição ao exterior, mesmo com o real fraco. “Quando se separa o macro da performance das empresas, o guidance continua forte. Se em cenário adverso as bolsas seguem nas máximas, isso é o maior sinal da importância de se estar exposto a esses ativos”, concluiu.

Bolsa brasileira deve continuar atrás dos pares emergentes

A BCA também recomenda manter uma alocação abaixo da média em ações brasileiras no comparativo com o índice de emergentes. O motivo é a combinação de crescimento fraco, risco fiscal elevado e pressão cambial, que deve penalizar ativos de renda variável no curto e médio prazo.

Além disso, o relatório sugere estratégias mais defensivas, como “short em ações brasileiras e long em bonds locais”, ou mesmo um “short no real e long no peso mexicano”, aproveitando fundamentos melhores em outros países da região.

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