A CSU (CARD3) teve lucro líquido de R$ 16 milhões no 3T21, conforme balanço divulgado na última terça-feira (9), o que representa uma alta de 31,4% quando comparado com o mesmo período do ano passado.
Em entrevista exclusiva ao BM&C Temporada de Balanços desta quinta-feira (11), o Diretor de RI da empresa de soluções tecnológicas, José Leoni, explica que esse número traz um bom retorno aos acionistas, já que a empresa remunera os investidores em torno de 40% do lucro líquido.
“A CSU gosta de remunerar o acionista acima do patamar mínimo de 25%. Temos como prática devolver em torno de 40% do lucro líquido via Juros sobre Capital Próprio (JCP) ou dividendos. Achamos importante devolver parte dos resultados para o nosso investidor”, enfatiza Leoni.
Nos nove primeiros meses deste ano, a CSU apresentou lucro líquido de R$ 43,7 milhões, resultado 33,8% maior que no período entre janeiro e setembro de 2020.
Em seguida, Guilherme Rocha, Diretor Financeiro da CSU, diz que a companhia tem um sistema de recompra de ações, além de condições de fazê-la com recurso próprio, graças à posição de caixa. Com isso, há possibilidade de gerar valor com elas.
RECEITA LÍQUIDA E EBITDA
A receita líquida da CSU ficou em R$ 131,3 milhões no 3T21, o que mostra a um aumento de 15,6% ante o trimestre encerrado em setembro de 2020.
Já o EBITDA (sigla em inglês para lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) apresentou o resultado positivo de R$ 38,1 milhões, uma alta de de 12,6% no tri entre julho e setembro do ano passado.
Para José Leoni e Guilherme Rocha, os resultados positivos já eram esperados pela companhia.
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