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Apple em queda livre perde US$ 250 bilhões após tarifas de Trump, Aponta jornal!

Ryan Cardoso Por Ryan Cardoso
04/04/2025
Em TECNOLOGIA E INOVAÇÃO, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Recentemente, as ações da Apple na bolsa de Nova York sofreram uma queda significativa de 9,25%. Esse declínio está diretamente relacionado às novas tarifas de importação impostas pelo governo dos Estados Unidos sobre produtos fabricados na China. As tarifas, que anteriormente eram de 20%, foram elevadas para 34%, afetando diretamente a Apple, que produz 90% de seus iPhones no país asiático.

Com o aumento das tarifas, a Apple enfrenta um dilema: absorver os custos adicionais, que podem chegar a US$ 8,5 bilhões anuais, ou repassá-los aos consumidores. Caso opte pela segunda alternativa, o preço do iPhone 16 Pro Max nos Estados Unidos pode subir de US$ 1.599 para quase US$ 2.300, de acordo com projeções da Rosenblatt Securities.

Como as Tarifas Afetam a Produção Global da Apple?

Além da China, a Apple também migrou parte de sua produção para o Vietnã e a Índia em resposta às tarifas anteriores. No entanto, esses países agora enfrentam novas taxas de 46% e 26%, respectivamente. Essa situação complica ainda mais a estratégia de produção da Apple, que busca diversificar suas operações para mitigar riscos associados a tarifas comerciais.

Analistas apontam que essa situação pode beneficiar concorrentes como a Samsung, que fabrica seus dispositivos na Coreia do Sul, onde a tarifa de importação é de 25%. Isso poderia dar à Samsung uma vantagem competitiva significativa em termos de preço.

Quais Outras Empresas de Tecnologia Foram Impactadas?

As novas tarifas não afetaram apenas a Apple. Outras grandes empresas de tecnologia também sentiram o impacto, embora em menor escala. As ações da Microsoft caíram 2,1%, enquanto as da Alphabet, empresa-mãe do Google, tiveram uma queda de 3,2%. Fabricantes de computadores como Dell e HP registraram quedas mais acentuadas, de 15% e 12%, respectivamente.

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Essas mudanças no cenário comercial global forçam as empresas de tecnologia a reavaliar suas cadeias de suprimentos e estratégias de produção para se adaptarem às novas realidades econômicas.

Presença das Big Techs na Posse de Trump

Apple em queda livre perde US$ 250 bilhões após tarifas de Trump
Apple Store – Créditos: depositphotos.com / Vividrange

Durante a cerimônia de posse do presidente Trump, líderes de grandes empresas de tecnologia, incluindo Sundar Pichai (Google), Mark Zuckerberg (Meta), Jeff Bezos (Amazon), Elon Musk (Tesla, SpaceX e X), Shou Zi Chew (TikTok) e Sam Altman (OpenAI), estiveram presentes. A presença dessas figuras foi vista como uma tentativa de aproximação com a nova administração.

Após a posse, Tim Cook, CEO da Apple, expressou publicamente seu desejo de colaborar com o governo Trump para promover inovação e criar empregos nos Estados Unidos. Essa postura reflete a importância de manter um bom relacionamento com o governo para enfrentar os desafios impostos pelas novas tarifas.

Desafios e Perspectivas Futuras

O cenário atual apresenta desafios significativos para a Apple e outras empresas de tecnologia. A necessidade de adaptar suas operações para lidar com tarifas mais altas e a pressão para manter preços competitivos são questões cruciais. A resposta a esses desafios determinará o futuro dessas empresas no mercado global.

Enquanto a Apple e outras big techs buscam soluções para mitigar os impactos das tarifas, a indústria de tecnologia como um todo observa atentamente as movimentações políticas e econômicas que podem influenciar suas estratégias de negócios nos próximos anos.

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