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Opinião: “o futuro pós-Trump para o Brasil”

Aluizio Falcão Filho Por Aluizio Falcão Filho
14/05/2025
Em OPINIÃO

Em plena Brazil Week, um grupo de 100 empresários se reuniu no University Club para debater quais seriam as consequências do segundo mandato de Donald Trump para o Brasil e demais países do mundo. A discussão, promovida por MONEY REPORT, começou com Joshua Tucker (à direita na imagem), líder da área de Riscos Globais da Kroll, que falou bastante sobre o estilo adotado pelo presidente americano ao negociar com os demais países em meio à guerra de tarifas.

“Essa estratégia não tem nada a ver com o que foi feito no pós-guerra. Então, a ideia aqui é usar uma abordagem transacional com tarifas muito altas. Com isso, você força todo mundo a vir à mesa para negociar. É uma estratégia com efeitos de curto prazo e muito mais volátil. Então, eu acho que a natureza transacional significa que as coisas podem mudar muito mais facilmente. E isso pode gerar oportunidades para alguns países, e eu acho que pode também ser um problema para outras nações. Em relação ao [presidente Luiz Inácio] Lula [da Silva], o governo brasileiro está tentando um caminho bastante racional para não criar problemas desnecessários”.

A senadora Daniela Ribeiro introduziu no debate alguns pontos importantes sobre a situação das mulheres na sociedade brasileira e dividiu com a plateia uma situação que ocorreu no jantar que houve um dia antes da eleição presidente do Senado, Davi Alcolumbre. “Em uma mesa redonda estava o ex-presidente Rodrigo Pacheco, Davi Alcolumbre e os colegas homens. E aí, as senadoras, as mulheres, eu, Tereza Cristina, Leila do Vôlei, estávamos sentadas em outro lugar. Mas eu falei assim, ‘gente, o papo bom está ali, naquele lugar’ (apontando a mesa onde se reuniam os senadores homens)”. A senadora Daniela, então, se aproximou. “Cheguei lá e eles estavam bebendo e conversando. Aí quando eu fui entrando na conversa. Essa é a nossa sociedade. E é isso que nós temos que ir quebrando”, relatou.

Já a CEO do Safra National Bank, Simoni Morato, falou sobre as possibilidades do Brasil para os próximos anos. “O Brasil continua ainda tendo o agrobusiness como o principal motor. O presidente Lula, ou qualquer que seja o presidente no próximo mandato, vai ter que continuar acendendo duas velas, uma para a China e uma para os Estados Unidos, e manter a Europa também próxima. E a outra coisa que é importante, além da parte de alimento, grãos, agrobusiness, proteína e tudo isso, é a questão da energia. O presidente Donald Trump deu uma mudada de rumo, mas acho que o caminho inevitável é o da energia limpa, a energia verde, e a matriz que o Brasil tem, é realmente muito, muito importante para o mundo”, apontou.

E sobre a turbulência atual? “Eu brinco com os clientes: sente-se em cima da mão e fique quieto, não precisa fazer nada. Proteja seu patrimônio, espere um pouco as coisas acalmarem. A gente não precisa dançar todas as danças do baile”, afirmou.

A analista política Junia Gama discorreu sobre as incertezas do cenário político: “Será que o [ex-presidente Jair] Bolsonaro vai tomar uma decisão pragmática quando chegar o momento? E quando será esse momento? O limite é abril do ano que vem, porque é o prazo de desincompatibilização de governadores, de ministros. Então, por exemplo, se ele decidir apoiar o [governador de São Paulo] Tarcísio de Freitas, ele precisa até no máximo abril do ano que vem tomar essa decisão. Ele vai tomar? Ninguém na política sabe responder, né? Ele alterna sinais, às vezes dá sinais mais positivos de que sim, depois ele dá sinais de que não”.

Wagner Pontes, da D4U, explicou o cenário de imigração após o início do novo governo americano: “O Trump não vai manter essa agressividade demonstrada logo após a posse. Ele sabe muito bem, ele é um gestor, ele é um empresário de muito êxito, todos sabem. Então, ele obviamente sabe muito bem como jogar o jogo e como esticar a corda, porque em algum momento ele trará isso para onde, de fato, interessa a nação. Nossos telefones não param com pessoas perguntando: o que vai de fato mudar? Vai ficar mais difícil? Vai ficar mais fácil? No sentido imigratório, não esqueçamos, existe uma limitação. A Imigração Americana tem uma capacidade de emissões de “green cards” por ano, que hoje é de 140 mil peças. Isso, apesar de tudo, não deve mudar”.

O advogado Renato Ochman, por sua vez, falou sobre a necessidade de o Brasil aprofundar parcerias. “Fazer negócio com a China para comprar commodities é fácil. Agora, para trazer investidores de longo prazo, você tem que entender a cultura do país que está investindo. O Brasil não conhece, não conhece mesmo qual é a cultura das demais nações”.

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Ochman deu exemplos. “Há 15 dias, eu estava fechando um negócio com um cliente, com uma empresa chinesa. O contrato foi para lá, foi para cá, aquela coisa toda. Foi para a China e o brasileiro disse: ‘agora pode assinar”. Eles não assinaram, pois o texto que foi escrito não estava fiel às discussões prévias. Então, a palavra… A palavra vale mais do que o contrato para os chineses. Isso pode custar caro a quem deseja fazer negócios com a China”.

Hoje, temos mais debates. Desta vez, no hotel Mandarim, com a organização do BTG Pactual.

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