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Opinião: Lula em 2026 e Janja em 2030?

Um consenso se forma em Brasília: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá disputar a reeleição, quando terá 81 anos de idade

Aluizio Falcão Filho Por Aluizio Falcão Filho
29/01/2024
Em OPINIÃO

Um consenso se forma em Brasília: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá disputar a reeleição, quando terá 81 anos de idade. Ao mesmo tempo, os petistas mais argutos também apostam que Fernando Haddad não será o herdeiro político do presidente e não deve disputar o pleito seguinte. Esse papel deverá ser da primeira-dama Rosângela Janja da Silva.

Não deixa de ser curioso que o presidente e seu antecessor queiram colocar suas esposas na ribalta política. Jair Bolsonaro também quer que Michelle concorra a algum cargo público e já deixou isso claro a Valdemar da Costa Neto, o chefão de seu partido.

As duas, Janja e Michelle, têm posições políticas, em alguns aspectos, mais radicais que as de seus maridos. Isso pode ser bom para uma eleição? Não. Aqui no Brasil, os eleitores de Centro é que decidem um pleito. E costumam fugir de propostas extremistas de esquerda (caso de Janja) ou de um discurso que mistura política e religião (uma das particularidades de Michelle Bolsonaro).

No cenário em que Janja seria a sucessora de Lula, o PT teria de vencer as próximas eleições e continuar fiel à cartilha lulista. Muitos, contudo, apostam que o presidente não conseguirá obter um novo mandato. Mas vamos dizer que isso vai acontecer daqui a dois anos. Em 2030, porém, Lula terá 86 anos. O presidente conseguirá manter intacto o seu capital político até lá? Talvez não.

Quanto a Bolsonaro, ele não tem exatamente um leque muito grande de opções, uma vez que está inelegível até 2030. Neste caso, para muitos, Michelle seria uma opção interessante. O único problema é que ela não conta com o apoio dos filhos do ex-presidente.

As duas primeiras-damas têm tudo para ser boas políticas. Têm presença, falam bem em público e gostam do contato com o povo. Há, entretanto, dois problemas. O primeiro é que elas precisam se reciclar para armazenar informações sobre o país e saber utilizá-las em debates e entrevistas. Além disso, é necessário que se livrem de discursos mais radicais na hora de conversar com o eleitorado – seus eleitores mais fiéis não serão perdidos se elas diluírem um pouco o discurso mais pesado.

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Contra as duas postulantes à herança política de seus maridos pesa o fato de que nunca exerceram um cargo público ou disputaram eleições. Por isso, um analista mais cauteloso sugeriria um ponto de partida mais modesto (mas há correligionários que imaginam logo um pleito presidencial)

Lembremos que, no passado, uma primeira-dama já assumiu o poder na Argentina. Foi Isabelita Perón, que era vice de seu marido, Juan Domingo. Com a morte dele, em julho de 1974, foi nomeada presidente e deposta pelos militares dois anos depois. Mesmo assim, Isabelita (nascida Maria Estela) não ganhou as eleições presidenciais. Chegou ao poder embalada pela popularidade de Perón, que é forte até hoje, quase cinquenta anos após seu falecimento.

Voltando ao Brasil: o ideal seria não termos mais do mesmo com as candidaturas das primeiras-damas. Mas tudo indica que teremos uma reedição de propostas antigas em vozes novas e mais palatáveis. É isso que queremos para o nosso país?

*Coluna escrita por Aluizio Falcão Filho jornalista, articulista e publisher do portal Money Report, Aluizio Falcão Filho foi diretor de redação da revista Época e diretor editorial da Editora Globo, com passagens por veículos como Veja, Gazeta Mercantil, Forbes e a vice-presidência no Brasil da agência de publicidade Grey Worldwide;


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