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O pouso é mais perigoso que a decolagem? Veja o que especialistas dizem

Andre Rangel Por Andre Rangel
03/04/2025
Em Mundo, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Viajar de avião é considerado um dos meios de transporte mais seguros do mundo, mas isso não significa que não existam riscos. Especialistas apontam que os momentos mais críticos de um voo são a decolagem e o pouso.

Dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) revelam que, em 2024, foram registrados 1.468 acidentes na aviação comercial:

  • 770 ocorreram durante o pouso
  • 124 aconteceram na decolagem

Mary Schiavo, analista de transporte da CNN Internacional, explica que o pouso é mais perigoso do que a decolagem devido à menor margem de manobra.

“No pouso, os pilotos têm menos opções caso algo dê errado. A proximidade com o solo e o tráfego aéreo intenso tornam essa fase extremamente crítica”, destaca.

Incidentes recentes aumentam a preocupação com segurança aérea

Nos últimos meses, vários incidentes ocorreram durante pousos e decolagens, reacendendo o debate sobre a segurança nos voos. Entre os casos mais alarmantes estão:

  • Colisão aérea no aeroporto Reagan: Em 29 de janeiro, um jato da American Airlines, prestes a pousar, foi atingido por um helicóptero Black Hawk em missão de treinamento.
  • Fogo no motor antes da decolagem: Um voo da United Airlines precisou ser evacuado em Houston devido a um incêndio no motor. Todos os passageiros escaparam pela escorregadeira de emergência.
  • Jato de celebridade fora de controle: Um Learjet 35A, pertencente a Vince Neil, vocalista do Mötley Crüe, saiu da pista ao pousar e colidiu com um Gulfstream, resultando na morte do piloto.

Esses acontecimentos levaram o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos EUA (NTSB) e a Administração Federal de Aviação (FAA) a iniciarem investigações para reforçar protocolos de segurança.

Como os pilotos lidam com os momentos críticos do voo

Para reduzir os riscos durante decolagens e pousos, pilotos passam por treinamentos rigorosos e seguem normas de segurança extremamente detalhadas.

Avião pousando – Créditos: depositphotos.com / photoncatcher63

Uma das principais regras da aviação é o “cockpit estéril”, que proíbe qualquer conversa desnecessária abaixo de 3.000 metros de altitude. Essa norma foi criada pela FAA em 1981 para garantir total concentração dos pilotos nesses momentos decisivos.

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Dennis Tajer, porta-voz da Associação de Pilotos da American Airlines, explica a importância dessa medida:

“Durante a decolagem, o avião passa de zero a centenas de quilômetros por hora em poucos segundos. No pouso, há múltiplos fatores, como vento, tráfego aéreo e pista molhada. Esses momentos exigem 100% de atenção da tripulação.”

Apesar de todo o preparo, falhas podem acontecer. Um exemplo recente ocorreu no Aeroporto de Orlando, quando um voo da Southwest Airlines quase decolou da pista errada. O erro foi identificado a tempo por um controlador de tráfego aéreo, que impediu uma possível tragédia.

O que esperar para o futuro da segurança na aviação

O setor aéreo está constantemente aprimorando seus protocolos para reduzir ainda mais os riscos durante as fases mais críticas do voo.

A FAA já adotou recomendações urgentes do NTSB para operações de helicópteros em aeroportos movimentados. Além disso, novas tecnologias estão sendo desenvolvidas para reforçar a segurança aérea, como:

  • Sistemas de inteligência artificial para controle de tráfego aéreo
  • Sensores aprimorados para pouso em condições adversas
  • Protocolos automatizados para evitar colisões em solo

Enquanto essas melhorias não são implementadas globalmente, passageiros podem ficar tranquilos: as estatísticas ainda mostram que voar continua sendo um dos meios de transporte mais seguros do mundo.

“Não é um foguete, mas os fatores que convergem na decolagem e no pouso são imensos. Nossa atenção nesses momentos precisa ser máxima”, conclui Tajer.

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