O Ibovespa encerrou a sessão desta quarta-feira (25) em forte alta, avançando 1,60%, aos 185.424,28 pontos, com ganho de 2.915,14 pontos. O movimento marca o terceiro pregão consecutivo de valorização do principal índice da B3.
Durante o dia, o índice oscilou entre a mínima de 182.524,09 pontos e a máxima de 186.401,24 pontos, refletindo um ambiente de maior apetite por risco. O volume financeiro somou R$ 27,5 bilhões.
O desempenho positivo desta sessão levou o Ibovespa ao maior patamar desde o início de março, período marcado pela escalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Sequência de recuperação
O avanço desta quarta-feira consolida uma recuperação consistente da bolsa brasileira ao longo da semana. Na segunda-feira (23), o índice havia subido 3,24%, seguido por uma alta mais moderada de 0,32% na terça-feira (24).
Com isso, o Ibovespa acumula valorização de 5,22% na semana, embora ainda registre queda de 1,78% no mês de março. No acumulado de 2026, o índice sobe 15,08%.
Cenário externo e commodities no radar
O movimento positivo da bolsa brasileira ocorre em meio a um ambiente global ainda volátil, especialmente por conta das incertezas envolvendo o conflito no Oriente Médio. Apesar disso, sinais de possível arrefecimento nas tensões têm favorecido a retomada do apetite por risco.
Além disso, o comportamento das commodities segue sendo um fator relevante para o mercado local, com impacto direto em ações de grande peso no índice, como as ligadas aos setores de mineração e petróleo.
O pregão também refletiu ajustes após as fortes oscilações recentes, com investidores reposicionando carteiras diante de expectativas sobre juros globais e política monetária doméstica.













