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Ibovespa respira após semana de baixa, mas risco fiscal segue no radar

BMCNEWS Por BMCNEWS
10/01/2022
Em MERCADOS
São Paulo - Bolsa de Valores (B3) no Brasil
Foto: Reuters – Cris Faga/ZUMA Wire/Alamy Live News

Atualizado às 12h23

O Ibovespa opera em alta de Documento da Compass Group foi enviado à imprensa nesta manhã. pontos nesta segunda-feira (25). O mercado ensaia uma recuperação após grandes abalos causado pela tentativa de drible no teto de gastos na semana anterior.

O avanço do petróleo sustenta Petrobras, que pediu licença para explorar a foz do Rio Amazonas. Há pouco, Petrobras ON (PETR3) subira 2,94% (R$ 28,72), enquanto Petrobras ON (PETR4) registrava alta de 2,91% (R$ 27,97) e Petrorio (PRIO3) +2,64% (R$ 27,18).

Na contramão da queda do minério de ferro (-0,37%) Vale (VALE3) tem valorização de 0,76% (R$ 76,66), assim como as siderúrgicas: Gerdau (GGBR4) +1,05% (R$ 27,04); Metalúrgica Gerdau (GOAU4) +0,90% (R$ 12,38); CSN (CSNA3) +0,68% (R$ 25,26); Usiminas (USIM5) +1,53% (R$ 14,57). GetNet (GETT11) lidera as altas do índice, com elevação de 70,7% (R$ 6,06), enquanto, na ponta oposta, Suzano (#SUZB3) recua 1,93% (R$ 51,78).

Na sexta-feira (22), o Ibovespa teve baixa de 1,24%, estacionando nos 106.399,07 pontos. No último pregão, o principal índice da bolsa chegou a cair mais de 4,5%. Na semana, contabilizou perda de 7,19%, a maior desde o início da pandemia no país.

Cenário interno:

Depois da tentativa de drible no teto de gastos e a implementação do novo programa social, o Auxílio Brasil, os investidores ficam com os olhos voltados para a análise da PEC dos Precatórios na Câmara e a decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central sobre a Selic, a taxa básica de juros.

A PEC dos Precatórios já foi aprovada em comissão na Câmara e está prevista para ser votada em plenário amanhã, terça-feira (26). A proposta pode liberar de R$ 83 bilhões a R$ 95 bilhões a mais no ano de 2022 no orçamento, além de R$ 15 bilhões neste ano.

Cenário externo:

Começando pelo Estados Unidos, os futuros de NY operam em alta na abertura de uma semana que tem balanços de várias big techs, como o de Facebook, que sai hoje após o fechamento. Há pouco, o futuro de Dow Jones estava estável em +0,03%; o do S&P subia 0,11% e o de Nasdaq +0,23%. Os retornos do Tesouro avançam, com a T-Note de 10 anos a 1,65%, de 1,63%. Os contratos futuros de petróleo estendem os ganhos e, adicionalmente, os contratos de ouro também sobem, em +0,33%, a US$ 1,802.15 a onça-troy na Comex.

Na Ásia, com um novo surto de Covid-19 na China, as ações ficaram praticamente estáveis ​​ou ligeiramente mais altas nesta segunda-feira, elevando preocupações sobre a desaceleração do crescimento na segunda maior economia do mundo, enquanto a moeda tailandesa avançou na expectativa de revitalização do setor de turismo do país.

A China já está com problemas de energia e também em seu setor imobiliário, alertou no domingo que seu último surto de Covid-19 –em 11 províncias– provavelmente se espalhará ainda mais, com autoridades desencorajando viagens na tentativa de contê-lo.

Observadores do mercado temem que novas restrições sejam impostas no país, o que pode reduzir o crescimento econômico e o comércio com seus parceiros asiáticos. O iuan abriu em queda de 0,1% com as notícias, mas depois recuperou as perdas.

Na Europa, a maioria dos índices de ações europeus tinha leves altas nesta segunda-feira, amparados por papéis de empresas de commodities e bancos, enquanto investidores aguardavam uma enxurrada de relatórios de lucros com vários gigantes devendo publicar resultados nesta semana.

Os setores de mineração e energia subiam 1,2% e 0,7%, respectivamente, impulsionados pelos preços do petróleo em máximas em vários anos e por uma recuperação nos preços do cobre, uma vez que os estoques nos armazéns de Xangai caíram para uma mínima em mais de 12 anos.

Veja mais:

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Dólar:

-O dólar à vista rondava estabilidade ante o real nesta segunda-feira, mas agora com viés de queda depois de subir no começo do pregão, enquanto na bolsa contratos futuros da moeda norte-americana cediam, conforme investidores analisavam novos acenos do presidente Jair Bolsonaro ao mercado financeiro depois da turbulência da semana passada.

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Às 9h37, o dólar à vista tinha variação negativa de 0,05%, a 5,6213 reais, após alcançar 5,6594 reais (+0,62%) pouco depois do início dos negócios.

Na B3, a taxa do contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,44%, a 5,6280 reais.

Ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, Bolsonaro disse no domingo que o governo e a equipe econômica farão “de tudo” para não perderem a confiança do mercado, com ambos trocando elogios depois de uma semana em que os ativos financeiros despencaram por temores sobre os rumos da política econômica –o que havia gerado especulações de saída do ministro do cargo.

Na sexta, Guedes afirmara que preferia tirar uma nota menor no quesito fiscal, com o déficit primário sendo um pouco maior no ano que vem, em troca de atendimento a mais frágeis, relativizando a mudança na regra do teto e defendendo que não houve mudança nos fundamentos da economia brasileira com a fórmula encontrada para financiar o novo Bolsa Família.

As falas conjuntas ainda na sexta fizeram preço no mercado. O dólar acabou fechando em queda, depois de no mercado futuro superar 5,76 reais no pior momento daquele dia.

De toda forma, o cenário segue inspirando cautela, o que ficou evidente na expressiva piora de estimativas mostrada pela pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta manhã.

O prognóstico para o dólar, por exemplo, pulou a 5,45 reais para o fim deste ano e do próximo, ante 5,25 reais da previsão anterior para ambos os períodos. O mercado elevou ainda os números para juros e inflação e baixou os para o crescimento econômico.

“Mais juros e menos crescimento para 2022, cenário que reflete o aumento da incerteza e a falta de confiança na política fiscal”, comentou Rafaela Vitoria, economista-chefe e chefe de pesquisa econômica do Banco Inter.

Os números da Focus ilustram a série de ajustes para cima nas estimativas para o dólar desde a semana passada. A XP, por exemplo, promoveu forte alta em seus cálculos, vendo agora cotação de 5,70 reais ao fim deste ano e de 2022, ante taxas anteriores de 5,20 reais e 5,10 reais, respectivamente.

“Apesar das mesmas projeções para o final deste e do próximo ano, acreditamos que a taxa de câmbio apresentará muita volatilidade, especialmente com a aproximação das eleições”, disse em nota do fim da sexta-feira Caio Megale, economista-chefe da XP.

Investidores estrangeiros também estão mais desconfiados. Especuladores que operam na Bolsa Mercantil de Chicago tornaram a vender contratos de reais na semana finda em 19 de outubro, elevando posições pessimistas na moeda brasileira em meio à forte pressão cambial no Brasil diante de temores sobre a trajetória das contas públicas.

O mercado ainda aguarda eventos importantes nesta semana no campo doméstico, como a divulgação do IPCA-15 de outubro e a decisão de política monetária do Banco Central.

No exterior, um índice do dólar ganhava 0,26%, enquanto um índice de divisas emergentes oscilava perto da estabilidade.

Com Reuters e BDM

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