O Ibovespa encerrou a semana terminada em 13 de fevereiro de 2026 com desempenho positivo, consolidando ganhos acumulados mesmo após a realização de lucros observada nos últimos pregões. Ao longo dos cinco dias de negociação, o índice chegou a renovar máximas históricas no intradia, refletindo o fluxo comprador e o apetite por risco, mas perdeu força na reta final.
Oscilações marcaram os cinco pregões
A semana começou com forte avanço, impulsionado pelo bom humor externo e pelo desempenho consistente de ações ligadas ao ciclo doméstico. O movimento deu fôlego ao índice e abriu espaço para novas máximas.
Nos pregões seguintes, o mercado alternou altas e baixas. Em meados da semana, o Ibovespa voltou a ganhar tração e atingiu recordes intradia, sustentado principalmente por ações de grande peso na carteira teórica.
Já na quinta e na sexta-feira, o cenário foi de correção técnica. Investidores aproveitaram o rali recente para embolsar lucros, enquanto a volatilidade no exterior e a oscilação das commodities pressionaram papéis relevantes, especialmente dos setores financeiro e de recursos básicos.
Commodities e cenário externo no radar
O desempenho das ações de mineração e petróleo influenciou diretamente o índice, acompanhando as variações nos preços internacionais. Além disso, a cautela global diante de indicadores econômicos nos Estados Unidos e das expectativas sobre juros também contribuiu para a redução do apetite por risco no fim da semana.
Apesar da correção nos últimos dias, o saldo semanal permaneceu positivo, evidenciando a resiliência do mercado brasileiro em meio a um ambiente de ajustes técnicos e reavaliação de posições.
Perspectiva para os próximos dias
Com o índice ainda próximo das máximas históricas, o mercado deve seguir atento ao fluxo estrangeiro, ao comportamento das commodities e aos desdobramentos do cenário macroeconômico internacional. A dinâmica entre realização de lucros e novas entradas de capital tende a ditar o ritmo dos próximos pregões.
No acumulado, a semana reforça o viés construtivo para a bolsa brasileira em 2026, ainda que o movimento recente sugira maior seletividade por parte dos investidores.













