O Ibovespa encerrou o pregão desta terça-feira em forte alta, renovando máxima histórica e fechando acima dos 191 mil pontos pela primeira vez. O principal índice da B3 avançou 1,40%, aos 191.490,40 pontos, com ganho de 2.636,91 pontos em relação à sessão anterior.
Durante o dia, o índice chegou à máxima intradiária de 191.780,77 pontos, antes de moderar levemente o ritmo no fim do pregão. A mínima da sessão foi de 188.854,45 pontos. O volume financeiro negociado somou aproximadamente R$ 32,9 bilhões.
Ambiente externo favorável impulsiona bolsa
O desempenho do mercado brasileiro acompanhou a melhora do humor nos mercados internacionais. Bolsas em Nova York operaram em recuperação, com destaque para ações de tecnologia, em meio à redução de incertezas envolvendo política comercial e cenário macroeconômico.
No cenário doméstico, o fluxo comprador se concentrou em papéis de maior peso no índice, especialmente nos setores financeiro e de commodities. A entrada de capital estrangeiro também contribuiu para sustentar o movimento de alta.
Dólar recua e juros futuros cedem
No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou em queda de 0,26%, cotado próximo de R$ 5,15. O movimento acompanhou o avanço do apetite por risco e ajudou a reforçar o cenário positivo para a renda variável.
Os juros futuros (DIs) também registraram recuo ao longo de toda a curva, refletindo melhora na percepção de risco e expectativas mais construtivas para o ambiente macroeconômico.
Resumo do pregão
- Fechamento: 191.490,40 pontos (+1,40%)
- Máxima intradiária: 191.780,77 pontos
- Mínima: 188.854,45 pontos
- Volume financeiro: R$ 32,9 bilhões
Com o desempenho desta terça-feira, o Ibovespa amplia os ganhos no acumulado do mês e reforça o movimento positivo observado ao longo do primeiro trimestre de 2026, sustentado pelo fluxo externo e pela melhora do ambiente global para ativos de risco.













