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Ibovespa fecha em alta com força internacional, ignorando instabilidade política no Brasil

Apesar dos ataques anti-democráticos, prevaleceu no Ibovespa a percepção de que os eventos não devem desencadear uma crise política

Ibovespa fecha em queda em seu último pregão antes do segundo turno das eleições

Nesta segunda-feira (9), o Ibovespa fechou em alta mesmo com o ataque anti-democrático em Brasília por parte de bolsonaristas radicais, ato que perdeu espaço para a reabertura da economia chinesa, que impulsiona as ações de commodities metálicas e levou a bolsa brasileira para o terreno positivo.

Apesar da invasão e depredação de prédios do Palácio do Planalto, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso Nacional por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, prevaleceu a percepção de que os eventos não devem desencadear uma crise política ou se intensificar.

Estrategistas e gestores citaram principalmente a rápida reação de principais lideranças políticas e da opinião pública contra os violentos protestos entre as razões para essa visão. Mas a ausência de desdobramentos, com eventuais outras manifestações, pelo menos por ora, também favorecia o viés comprador na bolsa.

Wall Street também tinha um desempenho robusto, ajudando o pregão paulista. O S&P 500 subia 0,88%, diante de sinais de arrefecimento do mercado de trabalho da semana passada, que sustentavam apostas de um ritmo mais lento de alta dos juros pelo Federal Reserve.

Confira o fechamento do Ibovespa e demais índices

Ibovespa: 109.129,57 (+0,15%)
S&P 500: 3.892,10 (-0,08%)
Nasdaq: 10.635,65 (-0,63%)
Dow Jones: 33.517,95 (-0,33%)
Dólar: R$ 5,25 (+0,41%)
Euro: R$ 5,65 (+1,39%)