O Ibovespa teve um dia positivo e encerrou em alta nesta quinta-feira (11), com o mercado reagindo aos resultados trimestrais e à espera de novos balanços. Indicadores econômicos também ficaram no radar dos investidores.
As vendas do comércio varejista recuaram 1,3% em setembro na comparação com agosto, segunda queda consecutiva. Na comparação anual, a queda foi de 5,5%, segundo dados divulgados nesta quinta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As vendas do varejo acumulam alta de 3,8% no ano e de 3,9% em 12 meses.
Nos Estados Unidos, as bolsas encerraram sem direção única hoje, dia em que os investidores começam a se recuperar das perdas vistas no último pregão. O setor de tecnologia foi um dos mais afetados, com quedas de Amazon, Apple, Netflix, Microsoft, Alphabet e Meta Platforms, dona do Facebook. A inflação nos EUA, que chegou a um recorde dos últimos 30 anos, segue pautando o mercado.
O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou em alta de 1,54%, cotado a 107.594,67 pontos. Volume financeiro ficou em R$ 36,8 bilhões.
O dólar fechou em queda de 1,74%, cotado a R$ 5,404.
Nos EUA, as bolsas encerraram mistas. O S&P 500 indicou +0,06% (4.649,27), o Nasdaq fechou em +0,52% (15.704,67), enquanto o Dow Jones fechou em -0,44% (35.921,24).
Confira outros destaques desta quinta:
Efeitos de atual ciclo da Selic serão vistos ao longo de 2022, diz diretora do BC
A diretora de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos do Banco Central (BC), Fernanda Guardado, disse nesta quinta-feira (11), que os efeitos do atual ciclo de alta da Selic serão sentidos pela economia ao longo do próximo ano. Desde março, o Efeitos de atual ciclo da Selic serão vistos ao longo de 2022, diz diretora do BCjá elevou a taxa de básica de juros em seis ocasiões, partido de 2,00% ao ano para os atuais 7,75% ao ano.
“Eu tendo a concordar que o grosso do impacto alta na Selic se dará em meados de 2022. No primeiro semestre e ao longo de 2022 vamos começar a ver os impactos mais fortes”, afirmou Fernanda, em participação no Itaú Macro Vision 2021.
BC do México sobe taxa de juros em 25 pontos-base por preocupações com a inflação
O Banco do México aumentou sua taxa básica de juros em 25 pontos-base pela quarta reunião de política monetária consecutiva nesta quinta-feira, a 5,00%, depois de uma votação por 4 votos a 1, expressando preocupação sobre a inflação acima da meta.
A decisão veio em linha com uma pesquisa da Reuters com analistas e após alta de 6,24% dos preços ao consumidor no ano até outubro, mais que o dobro da meta do banco central mexicano para a taxa.
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