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Reag Capital Holding conclui fechamento de capital e encerra registro na CVM

Renata Nunes Por Renata Nunes
08/10/2025
Em Bolsa de Valores, Empresas, INVESTIMENTOS E FINANÇAS, MERCADOS, NACIONAL, polêmica

A Reag Capital Holding S.A. comunicou que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou o pedido de cancelamento do registro de emissor na categoria “B”, concluindo o processo que converte a companhia em empresa de capital fechado. A decisão, segundo a companhia, observou as exigências legais e regulamentares aplicáveis e não altera a composição acionária da holding. Além disso, a administração afirma que o movimento está alinhado a uma agenda de simplificação societária e foco em negócios nos quais a empresa mantém diferencial competitivo.

O cancelamento ocorre em um contexto de reorganização do grupo após a venda da Reag Investimentos para a Arandu e do acordo iniciado para alienação da Companhia Brasileira de Serviços Financeiros (Ciabrasf) – responsável por cerca de 700 fundos sob administração — à Planner. Nesse sentido, a holding avaliou que a manutenção do registro como companhia aberta havia perdido racionalidade econômica à luz do novo perímetro de negócios e de prioridades estratégicas.

Por que a Reag decidiu encerrar o registro como emissor?

A justificativa central é a readequação do escopo operacional da holding. Com a saída de ativos relevantes da base consolidada, a Reag sustenta que o custo regulatório e o conjunto de obrigações informacionais de uma companhia aberta deixaram de se justificar. Além disso, a migração para o regime de sociedade fechada tende a simplificar fluxos decisórios e a reduzir fricções administrativas típicas do mercado de capitais, sem, contudo, modificar a estrutura de controle.

Por outro lado, a empresa reforça que o cancelamento do registro não implica descontinuidade de obrigações com credores, clientes e parceiros, tampouco altera o compromisso com práticas de governança adequadas ao seu porte e à natureza das atividades remanescentes. Enquanto isso, a conclusão das transações em curso, especialmente a alienação da Ciabrasf, permanece como elemento-chave para consolidar a reorganização anunciada.

Contexto recente da Reag

O redesenho do grupo ocorre em paralelo a eventos relevantes associados à antiga controlada. A Reag Investimentos, que possui ações negociadas na B3 e foi alienada para a Arandu, foi alvo de mandados de busca e apreensão no âmbito da Operação Carbono Oculto, investigação que mira ilícitos relacionados ao setor de combustíveis. Além disso, o acordo iniciado para a venda da Ciabrasf à Planner, envolvendo um universo de aproximadamente 700 fundos sob administração, reforça o movimento de desinvestimento e foco seletivo da holding.

Embora tais fatos componham o pano de fundo do anúncio, a companhia enfatiza que o cancelamento do registro seguiu rito voluntário previsto na regulação e foi deferido pela CVM após o atendimento às condições legais cabíveis. Enquanto isso, a implementação integral da estratégia dependerá da conclusão das operações vinculadas, das aprovações contratuais pertinentes e da adequada transição de serviços e responsabilidades.

Principais marcos e referências

Para organizar os elementos essenciais divulgados até aqui, seguem os pontos de referência do processo:

  • Data do deferimento: 7 de outubro de 2025.
  • Escopo: cancelamento do registro de emissor na categoria “B”.
  • Condição societária: passagem para companhia de capital fechado, sem alteração da composição acionária.
  • Operações relacionadas: venda da Reag Investimentos para a Arandu; acordo iniciado para venda da Ciabrasf (≈700 fundos) à Planner.
  • Motivação: simplificação societária e foco em negócios com diferencial competitivo, no contexto da Operação Carbono Oculto.

Quais os próximos passos esperados?

Além da formalização do novo status societário, a expectativa é de continuidade na execução das transações anunciadas e de estabilização do perímetro operacional da holding. Nesse sentido, a empresa deve ajustar seus processos internos ao regime de companhia fechada e, além disso, preservar a interlocução com stakeholders estratégicos como credores, clientes institucionais e reguladores setoriais, para assegurar previsibilidade nas rotinas contratuais.

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Por outro lado, eventuais efeitos reputacionais ou de governança decorrentes do novo arranjo dependerão, em grande medida, do cumprimento dos compromissos assumidos nas alienações e da robustez dos controles internos mantidos pela companhia. Enquanto isso, o mercado acompanhará a evolução das frentes de desinvestimento e a materialização do foco estratégico indicado pela administração.

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