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Credit Suisse: o que está acontecendo com um dos maiores bancos do mundo e por que preocupa o mercado?

BMCNEWS Por BMCNEWS
05/10/2022
Em MERCADOS
Segundo maior banco da Suíça
Segundo maior banco da Suíça, Credit Suisse. Foto: Reprodução, Pixabay

Desde a última semana, surgiu rumores no mercado de que o segundo maior banco da Suíça, o Credit Suisse, não fosse conseguir arcar com compromissos financeiros.

Em meio a isso, embora o CEO do Credit Suisse, Ulrich Koerner, tentasse acalmar o mercado, clientes e acionistas na defesa de que as posições de liquidez e de capital do banco estivesse saudáveis, parece que não ajudou.

O Credit Default Swaps (CDS) – que atua como um seguro contra risco de calote – disparou atingindo os maiores níveis da história, desde 2009. O CDS, na última sexta-feira (30), indicava que o mercado enxergava a probabilidade de inadimplência do banco em 21,1% nos próximos cinco anos.

O estrategista-chefe da SaraInvest, Marco Saravalle, explicou o motivo da preocupação para os investidores brasileiros: “São poucos investidores, mas com contas maiores, considerados Private Banking. Provavelmente tem uma diversificação de portfólio, mas estão bastantes preocupados”, disse durante participação na programação ao vivo da BM&C News.

“Um banco não vai quebrar por conta de lucro ou prejuízo, ele vai quebrar por falta de credibilidade”, acrescentou.

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Créditos: depositphotos.com / casadaphoto

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Outro ponto de preocupação, apontado por Saravalle, são nas operações dos fundos imobiliários. No Brasil, o Credit Suisse é controlador da CSHG, que viu aumentar a volatilidade das cotas dos FIIs que administra.

“Eu não venderia nenhum fundo imobiliário neste momento por conta desse risco. Pelo contrário, se tem alguém vendendo e se os fundos caírem por conta desse risco, acho que pode ser oportunidade de compra porque a gente não está associando ao risco Credit Suisse, neste momento”, disse.

No entanto, para o estrategista, no exterior existe uma preocupação. “Provavelmente, as ações já estejam precificando um risco de liquidez, de insolvência muito grande, é só olhar pelo Preço/Valor Patrimonial (P/VPA) que já está sendo negociado muito baixo”, disse.

Ainda, o especialista pontuou que não existe a possibilidade de uma crise como aconteceu em 2008, mas que a grande preocupação seria quem irá salvar o banco, caso precise de uma liquidez.

“O mercado já está precificando, talvez, uma parte, mas está longe do banco sofrer um ataque especulativo”, destacou.

Por fim, Saravelle disse que o risco de insolvência é muito maior hoje do que há duas ou três semanas.

Confira a explicação de Marco Saravalle:

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