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Copom reduz taxa Selic em 0,50 p.p., para 13,25%

É a primeira vez desde agosto de 2020, época da pandemia, que o Banco Central não promovia redução nos juros

BMCNEWS Por BMCNEWS
03/08/2023
Em MERCADOS
Comitê de Política Monetária , Copom, do Banco Central
Diretores do Banco Central na reunião do Comitê de Política Monetária – Foto: Reprodução Twitter/Banco Central

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), comunicou nesta quarta-feira (2) um corte de 0,50 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, para 13,25% ao ano. Com a decisão, a autarquia interrompe sete reuniões consecutivas com a taxa mantida em 13,75%.

É a primeira vez desde agosto de 2020, época da pandemia, que o BC não reduzia os juros. O mais recente ciclo de aperto monetário iniciou em março de 2021, quando a Selic estava em apenas 2%.

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A decisão Copom, no entanto, ficou longe de unanime. Foram cinco votos favoráveis para o corte de 0,50 p.p., enquanto outros quatro diretores acreditaram ser adequado uma redução de 0,25 p.p., mais moderada.

Os membros do Copom que votaram em queda de 0,50 p.p. foram: Roberto de Oliveira Campos Neto (presidente), Ailton de Aquino Santos, Carolina de Assis Barros, Gabriel Muricca Galípolo e Otávio Ribeiro Damaso. Para redução de 0,25 p.p., votaram: Diogo Abry Guillen, Fernanda Magalhães Rumenos Guardado, Maurício Costa de Moura e Renato Dias de Brito Gomes.

“O Copom avaliou a alternativa de reduzir a taxa básica de juros para 13,50%, mas considerou ser apropriado adotar ritmo de queda de 0,50 ponto percentual nesta reunião em função da melhora do quadro inflacionário, reforçando, no entanto, o firme objetivo de manter uma política monetária contracionista para a reancoragem das expectativas e a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante“, explicou o comunicado do Copom, acompanhado da decisão.

A queda dos juros já era amplamente esperada pelo mercado financeiro, mas a principal questão estava no tamanho da redução. Segundo o último Relatório Focus, que reúne a projeção de economistas sobre os principais indicadores econômicos do país, a expectativa é que os juros encerre o ano em 12,00%.

Uma das motivações para o corte nos juros está para a inflação em queda que, atualmente, está dentro da meta. Puxado por alimentos e carros novos, o IPCA apresentou a primeira deflação em nove meses, de -0,08%. Com o resultado, o indicador acumulou alta 3,16% nos últimos 12 meses, percentual mais baixo do que os 3,94% acumulados no mês anterior.

Com esse cenário, o BC já antecipou que deve manter o ritmo de redução nos juros, caso o atual cenário favorável se mantenha.

“Em se confirmando o cenário esperado, os membros do Comitê, unanimemente, anteveem redução de mesma magnitude nas próximas reuniões e avaliam que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário”, disse a autarquia.

A ata desse último encontro do Copom será divulgada na próxima terça-feira, dia 8 de agosto. A próxima reunião do Comitê está prevista para os dias 19 e 20 de setembro.

Visão pós-Copom

O especialista em renda fixa e sócio da Quantzed, Ricardo Jorge, já esperava que houvesse divergência na votação do Copom de hoje. Para ele, a surpresa ficou com a decisão do presidente do Banco Central.

“A gente viu que outros membros decidiram abraçar a ideia de um corte de juros maior mesmo nesse início de ciclo com uma inflação ainda resiliente. Mas a maior surpresa de fato fica por conta do desempate, o Roberto Campos Neto desempatando essa decisão que foi bastante apertada”, comentou Jorge.

Entre os detalhes do comunicado, o especialista em renda fixa notou algumas mudanças significativas no texto, como o trecho sobre risco fiscal e risco de desancoragem das expectativas. “A gente sabe que o arcabouço fiscal, a reforma tributária, o CARF e outras pautas que estão em tramitação no Congresso ainda precisam passar por uma nova etapa e, ainda assim, aparentemente, o Banco Central desconsidera isso no seu cenário de risco“, disse Jorge.

Para o analista de investimentos e co-fundador da Escola de Investimentos, Rodrigo Cohen, o tom do comunicado foi muito melhor do que o esperado. Com isso, a expectativa é que os cortes sigam ocorrendo caso os indicadores econômicos venham positivos.

“Então com isso a gente tem uma expectativa boa para as próximas quedas, já que não deixou isso em aberto. Se os dados vierem bons, a Selic vai continuar caindo. Então, gostei muito. Achei muito prudente a decisão“, afirmou Cohen.

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