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Brasil e China fecham 37 acordos: veja a análise

Renata Nunes Por Renata Nunes
21/11/2024
Em MERCADOS


O Brasil e a China avançaram em suas relações comerciais com a assinatura de 37 novos acordos bilaterais, marcando um salto significativo para a cooperação econômica entre as duas nações. Os pactos, que prometem incrementar as exportações brasileiras em cerca de US$ 500 milhões anuais, incluem desde a abertura de mercados para pequenos e médios produtores até iniciativas em tecnologia e sustentabilidade. Contudo, Manuel Furriela, mestre em Direito Internacional, alerta que o fortalecimento desses laços pode apresentar riscos à autonomia geopolítica brasileira.

Benefícios econômicos e transferência de tecnologia

De acordo com Furriela, os acordos têm potencial para impulsionar setores estratégicos. “É uma oportunidade única para pequenos e médios produtores brasileiros se posicionarem no mercado internacional”, afirmou. Além disso, as iniciativas incluem transferência de tecnologia e compromissos ambientais, que podem beneficiar o Brasil em áreas críticas como inovação e sustentabilidade. Ainda assim, Furriela ressalta a necessidade de analisar o impacto a longo prazo. “Embora os acordos tragam avanços, precisamos questionar em que medida eles aumentam nossa dependência de um único parceiro comercial, como é o caso da China”, pontuou.

Decisão estratégica: Brasil fora da Nova Rota da Seda

Uma das escolhas mais estratégicas do governo brasileiro foi recusar adesão à Nova Rota da Seda, projeto liderado pela China que promete trilhões de dólares em investimentos em infraestrutura. Para Furriela, essa foi uma decisão acertada. “Ao permanecer fora desse acordo, o Brasil protegeu sua liberdade de negociação com outros países e evitou compromissos que poderiam prejudicar sua autonomia”, destacou. A decisão também reflete uma tentativa de manter um equilíbrio nas relações com os Estados Unidos, especialmente em meio às incertezas sobre o futuro político norte-americano.

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Créditos: depositphotos.com / rmcarvalhobsb

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Diversificação comercial como estratégia

Embora a China seja o maior parceiro comercial do Brasil, Furriela defende que o país deve buscar alternativas para diversificar suas relações econômicas. Um exemplo é o acordo Mercosul-União Europeia, que, segundo ele, pode ampliar as opções comerciais brasileiras. “A diversificação de parceiros é essencial para reduzir vulnerabilidades econômicas e políticas”, argumentou Furriela. Contudo, ele destaca os desafios desse tipo de iniciativa. “Ainda há resistências dentro da União Europeia, como a oposição dos agricultores franceses. Superar essas barreiras será crucial para consolidar esse acordo”, analisou.

O desafio da soberania

Para Furriela, o principal desafio do Brasil está em equilibrar os benefícios econômicos com a preservação de sua soberania. “O Brasil precisa estar atento para que acordos como esses não comprometam sua independência em decisões estratégicas”, alertou. Ele também acredita que o país deve se posicionar como líder regional, utilizando acordos como uma ponte para fortalecer sua presença em cadeias globais de valor. “Precisamos de parcerias que reflitam nossos interesses nacionais e ampliem nosso protagonismo internacional”, concluiu.

Assista na íntegra:

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