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“Bolsa forte em 2025 com apoio externo, mas 2026 depende do fiscal”, diz Mansueto

Economista afirma que queda da Selic vai ajudar ativos, mas recuperação sustentada só ocorre com controle do gasto público

Paula MoraesPor Paula Moraes
26/12/2025

A valorização de cerca de 30% da Bolsa brasileira em 2025 ocorreu apesar do cenário doméstico ainda pressionado por juros elevados e incertezas fiscais. Segundo o economista-chefe do BTG Pactual, Mansueto Almeida, o desempenho dos ativos refletiu principalmente o otimismo do cenário externo, e não uma melhora estrutural dos fundamentos internos.

De acordo com economista, o avanço do Ibovespa foi sustentado pelo ambiente internacional mais favorável, com expectativa de flexibilização monetária nos Estados Unidos, melhora do apetite ao risco global e fluxo para mercados emergentes.

“Foi um movimento muito mais puxado pelo cenário externo do que por fatores domésticos”, afirmou.

Para 2026, no entanto, ele avalia que o desempenho da Bolsa dependerá menos do ambiente internacional e muito mais da confiança que a política econômica brasileira será capaz de gerar, especialmente na condução do ajuste fiscal.

Queda da Selic ajuda a bolsa, mas não garante rali estrutural, aponta Mansueto

Mansueto projeta que a taxa Selic deve cair cerca de três pontos percentuais ao longo de 2026, o que tende a aliviar o custo de capital e melhorar, em tese, a precificação dos ativos. Ainda assim, ele pondera que o nível do juro real continuará elevado, mantendo o prêmio de risco exigido pelos investidores.

“Cortar juros ajuda, mas não resolve o problema central. A queda da Selic por si só não é suficiente para destravar uma recuperação mais robusta da Bolsa se o mercado continuar desconfiado da trajetória fiscal.”, afirmou.

Segundo ele, a experiência recente mostra que movimentos de valorização sem ancoragem fiscal tendem a ser curtos e mais dependentes de fluxo externo do que de convicção estrutural.

Confiança fiscal será determinante para os ativos

Na avaliação de Mansueto, a recuperação consistente dos ativos em 2026 estará condicionada à capacidade do governo de sinalizar compromisso claro com o controle do gasto público. Sem essa confiança, o mercado continuará exigindo juros elevados e mantendo múltiplos mais baixos para os ativos brasileiros.

“O mercado reage menos a discurso e mais a compromisso. A política econômica precisa demonstrar, de forma concreta, disposição para desacelerar o crescimento das despesas e estabilizar a dívida pública.“, avalia.

O paralelo com o ciclo de 2016 a 2019, segundo Mansueto

Mansueto fez uma comparação direta com o período entre 2016 e 2019, quando a Bolsa brasileira acumulou uma valorização de aproximadamente 166%. Naquele ciclo, segundo ele, houve uma combinação de fatores que permitiu a forte recuperação dos ativos: compromisso com o ajuste fiscal, implementação do teto de gastos, queda consistente da inflação e redução expressiva da taxa de juros.

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“Aquele movimento não foi um acas, foi resultado de credibilidade fiscal.”, analisa.

Para o economista, um ciclo semelhante poderia voltar a ocorrer, desde que haja um compromisso efetivo com o controle do gasto público e a estabilização da dívida. Sem isso, o Brasil tende a conviver com juros estruturalmente altos e desempenho mais limitado dos ativos financeiros.

Fiscal segue como principal entrave para a bolsa

Mansueto destacou que o atual ciclo fiscal representa um desafio maior do que o observado em períodos anteriores. Segundo ele, entre 2014 e 2022, o gasto público cresceu cerca de 9%. Já no atual governo, entre 2023 e 2026, a expansão deve atingir aproximadamente 20%, mais do que o dobro do crescimento registrado nos oito anos anteriores.

Esse ritmo de expansão, na avaliação do economista, pressiona a trajetória da dívida pública e mantém o custo de capital elevado, o que se reflete diretamente na precificação da Bolsa e no apetite por investimento produtivo.

“Com gasto crescendo nesse ritmo, o mercado cobra o preço no juro e nos ativos”, concluiu.

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