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Apagão, ‘risco Lula’ e renúncia do CEO fazem ações da Eletrobras (ELET6) despencarem 7% em uma semana; hora de vender?

Sequência de acontecimentos ruins impactaram a Eletrobras (ELET6) na última semana - veja a recomendação deste analista para quem tem as ações da elétrica

BMCNEWS Por BMCNEWS
31/08/2023
Em MERCADOS
Eletrobras Demissão Voluntária
Eletrobras (ELET3). Foto: Reprodução, Divulgação

A Eletrobras (ELET6) enfrentou um dos piores momentos desde a sua privatização. Uma sequência de notícias aparentemente negativas atingiram em cheio a companhia. 

A saída repentina do então CEO Wilson Ferreira, bem como parecer da Procuradoria Geral da República (PGR) com relação ao poder de voto do governo deixaram os investidores receosos. 

Como se tudo isso não fosse suficiente, a companhia precisou lidar com um apagão que atingiu todas as regiões do país na terça-feira (15). Diante de tudo isso, as ações da Eletrobras (ELET6) despencaram mais de 7% na semana entre os dias 14 e 18 de agosto.

Nesse cenário, muitos investidores começam a se perguntar: 

O que fazer com as ações da Eletrobras (ELET6)? 

Um dos acontecimentos que mais mexeu com as ações da elétrica na última semana foi a saída do CEO Wilson Ferreira. O executivo era um nome que agradava bastante os investidores, especialmente pelo seu histórico com a Eletrobras. 

Foi sob a gestão de Ferreira que a companhia conseguiu se reerguer após o governo Dilma. Na avaliação do analista da Empiricus Research Ruy Hungria, o trabalho de reestruturação liderado pelo executivo tornou o processo de privatização possível. 

A saída de Wilson Ferreira aconteceu justamente em um momento de muita contestação da privatização. Assim, “o grande medo do mercado hoje é que essa troca no comando da Eletrobras tenha sido puramente política”, pontua Hungria. 

Na mesma semana, a PGR encaminhou um parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) apoiando a derrubada da limitação de poder de voto do governo. 

Embora a Eletrobras não seja mais uma empresa estatal, o governo continua sendo o seu maior acionista. Contudo, a lei de desestatização estabelece que o poder de voto da União é de 10% na atual conjuntura. 

Assim, se a regra estabelecida durante o processo de privatização for mudada, o governo teria mais poder sobre as decisões da companhia. Nesse sentido, muitos investidores temem que a elétrica volte a sofrer com quadros de funcionários “inchados”, poucos investimentos, queda da rentabilidade e consequentemente redução dos dividendos. 

Veja mais: 

  • Dividendos em agosto: conheça as 5 melhores ações para buscar proventos este mês

Nem tudo é tão ruim quanto parece

A princípio, a saída de um CEO bem quisto pelos investidores parece uma mudança que ameaça o futuro da Eletrobras. Contudo, é preciso considerar outros aspectos relevantes desse caso. 

O primeiro deles é o motivo da saída de Wilson Ferreira. Embora questões políticas sejam uma explicação possível, Ruy Hungria acredita que esta não foi a real causa da saída do executivo. 

Na visão do analista, os indícios apresentados em matérias jornalísticas sugerem um desgaste na relação com o conselho administrativo da Eletrobras. 

Ruy acredita que talvez Wilson não estivesse correspondendo às expectativas do conselho, que, por sua vez, esperava que as mudanças na Eletrobras após a privatização acontecessem de forma mais célere. 

Nesse sentido, o analista aponta que o novo CEO, Ivan Monteiro, pode corresponder às expectativas do conselho administrativo da elétrica, com um “bônus”. 

Monteiro já foi diretor financeiro da Petrobras (PETR4) e do Banco do Brasil (BBAS3). Além disso, tem um bom relacionamento político e mais habilidade para negociar com o governo. 

Logo, a mudança de CEO é para o analista um movimento positivo. Pois, pode não só acelerar as melhorias dentro da companhia como também acalmar os ânimos do governo, fazendo concessões estratégicas e evitando que os avanços da privatização sejam perdidos. 

Assim, embora as notícias tenham impacto negativo, na visão do analista, a queda das ações foi exagerada. 

Por esse motivo, em entrevista ao Giro do Mercado na última sexta-feira (18), Ruy Hungria reforçou a recomendação de compra das ações da Eletrobras (ELET6).

A Eletrobras faz parte da série “Vacas Leiteiras”, cuja carteira foca em ações boas pagadoras de dividendos. Nesse sentido, o analista aponta que a companhia negocia por múltiplos atrativos e que o dividend yield deve aumentar consideravelmente nos próximos anos. 

Além de Eletrobras: veja 5 ações para buscar dividendos agora

Embora a Eletrobras (ELET6) seja uma boa ação para investir, não dá para apostar todas as suas fichas em um só ativo. Por isso, o melhor a se fazer é diversificar os seus investimentos. 

Nesse sentido, os analistas da Empiricus Research recomendam 5 ações de empresas privadas, sólidas, com margens “gordas”, crescimento no longo prazo, que não estão vulneráveis às interferência políticas e que são boas pagadoras de dividendos. 

Leia Mais

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A Eletrobras (ELET6) se encaixa nessas características, mas ela não é a única. Os analistas da Empiricus Research, selecionaram outras 5 ações para quem deseja buscar lucros com dividendos agora.

Você pode conferir o nome de todas elas gratuitamente em um relatório cortesia da Empiricus Investimentos. Clique no link abaixo e veja agora: 

CONHEÇA 5 AÇÕES ALÉM DE ELET6 PARA BUSCAR DIVIDENDOS AGORA

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