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Petrobras divulga balanço após fechamento: o que acompanhar no pregão

Renata Nunes Por Renata Nunes
06/11/2025
Em MERCADOS

O pregão desta quinta feira (06) chega com um conjunto amplo de catalisadores micro que podem movimentar ações energia, telecom, varejo, saúde, construção civil, bens de capital e papel e celulose. Relatórios recentes apontam revisões de margens, avanços operacionais e eventos corporativos que devem orientar a busca por assimetria.

Após o Copom manter a Selic em 15% ao ano nesta quarta-feira (5) e sinalizar que os juros devem seguirem elevados, o investidor tende a premiar balanços com geração de caixa e alavancagem sob controle. Veja análises sobre a decisão do Copom clicando aqui.

Na outra ponta, a temporada de resultados mostrou empresas com execução resiliente e outras em fase de ajuste. Além disso, sinais de M&A no setor de telecom e anúncios de dividendos relevantes em energia entram no radar. Para quem acompanha as ações com visão setorial, vale observar preço, volume e mensagens de guidance, sempre com atenção ao risco fiscal e ao comportamento das expectativas de inflação.

Petrobras divulga balanço após o fechamento do pregão

A Petrobras (PETR4) também está no centro das atenções do mercado nesta quinta-feira, quando divulgará o resultado do 3º trimestre, logo após o fechamento do pregão. Segundo consenso, a estatal deve reportar receita líquida de cerca de R$ 118,6 bilhões, com EBITDA ajustado projetado em R$ 57,4 bilhões, o que implica margem EBITDA de 48,4%.

O lucro líquido esperado é de aproximadamente R$ 19,6 bilhões, refletindo margem líquida de 16,5%. O trimestre foi marcado por maior volume de exportações e um cenário de preços internacionais do petróleo estáveis, porém voláteis, o que tende a influenciar diretamente a percepção sobre rentabilidade e eficiência operacional da companhia.

Os investidores observarão de perto não apenas os números do trimestre, mas também o tom da comunicação da gestão, especialmente no que diz respeito à política de preços e ao ritmo de distribuição de dividendos, ponto que tem sido determinante para o comportamento recente das ações. A leitura do balanço deverá indicar se a companhia será capaz de sustentar níveis elevados de geração de caixa em meio ao cenário global incerto e às discussões internas de estratégia.

Serviços básicos e energia puxam o foco do investidor

A Axia Energia antiga Eletrobras segue no centro das atenções após reportar um trimestre forte. O EBITDA regulatório ajustado alcançou R$ 5,9 bilhões e superou em 20% a estimativa de R$ 4,9 bilhões, mesmo com GSF em menos 35%. O lucro líquido IFRS somou R$ 2,2 bilhões e a companhia comunicou dividendos de R$ 4,3 bilhões no trimestre, totalizando R$ 8,3 bilhões no ano. Além disso, a gestão reduziu riscos em Angra 3 e Eletronuclear, vendeu térmicas, resolveu o crédito do Amazonas e ajustou a tese de preços, enquanto ampliou o hedge de GSF para 2026 e 2027. Leia a análise completa clicando aqui.

Por outro lado, Engie Brasil apresentou números mais fracos em transmissão, com EBITDA ajustado de R$ 1,57 bilhão ligeiramente abaixo do projetado. Em geração, volumes cresceram e novos parques eólicos e solares avançaram para entrada plena até o primeiro trimestre de 2026. A alavancagem subiu para 3,2 vezes e o payout mínimo de 55% foi mantido, o que ajuda a sustentar o interesse defensivo pelas AÇÕES.

Telecom e tecnologia podem surpreender

A Desktop entregou receita de R$ 311 milhões e EBITDA de R$ 164 milhões com margem de 52,8%, além de adição líquida de 23 mil assinantes e leve alta no ARPU. A redução da alavancagem para 2,35 vezes reforça a disciplina financeira. Enquanto isso, rumores de aquisição por uma grande operadora mantêm as ações voláteis no curto prazo. O setor segue sendo observado por ganhos de escala e sinergias. O BTG destaca que a valorização do real reduziu receitas, parcialmente compensada pelo euro forte. A companhia enfrenta dificuldades no curto prazo e deve seguir pressionada no próximo trimestre. “A recomendação permanece Neutra, apesar do valuation atrativo“, destacou o banco.

A Unifique reportou avanço sólido com receita de R$ 306 milhões e EBITDA de R$ 161 milhões, margem de 52,4% e fluxo de caixa livre de R$ 85 milhões. A base móvel adicionou 41,2 mil linhas e já cobre 91 cidades do Sul, com plano de chegar a 670 até 2029. A alavancagem segue confortável em 0,61 vez e o churn recuou para 1,42%, o que sustenta tese de dividendos extraordinários relevantes ao longo do ciclo. Totvs também aparece no radar após expandir receita em 18% ano contra ano, elevar o ARR para R$ 5,66 bilhões e entregar margem consolidada de 26% com avanço em Gestão, RD Station e Techfin. O BTG avalia que a companhia é destaque como Top Pick, além de destacar potencial para dividendos extraordinários.

Varejo e consumo mostram disciplina de margens

A Vivara apresentou vendas brutas de R$ 805 milhões com avanço de 15% e melhora relevante de margens. O lucro líquido ajustado atingiu R$ 128 milhões e o EBITDA ajustado subiu 37%, sustentado por mix e markups mais altos. O foco na otimização de estoques e na transformação de produtos em matéria prima adiciona flexibilidade para o quarto trimestre. A ação segue entre os destaques de consumo com execução consistente.

Enquanto isso, a Petz registrou receita bruta de R$ 1,09 bilhão, crescimento de 7%, com SSS de 5,3% e expansão de serviços em 13% O lucro líquido ajustado chegou a R$ 31 milhões e o fluxo de caixa livre avançou para R$ 141 milhões, levando a posição de caixa líquida. O desempenho das ações deve seguir guiado pelo andamento da fusão com a Cobasi, em um setor competitivo e fragmentado.

Bens de capital e papel e celulose pedem cautela

A Iochpe Maxion trouxe receita de R$ 3,8 bilhões e EBITDA de R$ 392 milhões com margem de 10,3%, mas o lucro líquido recuou para R$ 35 milhões influenciado por retração em veículos comerciais no Brasil e nos Estados Unidos. A alavancagem subiu para 2,55 vezes e o setor global segue desafiador. Já a Dexco reportou EBITDA de R$ 445 milhões em linha, com recuperação de margem em Deca para dois dígitos e pressão em celulose solúvel e revestimentos. O valuation permanece pouco exigente, porém a alavancagem de 3,48 vezes pede monitoramento de geração de caixa.

Construção civil e saúde exibem histórias distintas de crescimento

A Lavvi manteve trajetória positiva com lucro líquido de R$ 105 milhões e ROE anualizado de 27%. A margem bruta ajustada avançou para 37,6% e a geração de caixa ficou levemente positiva, contrastando com a expectativa de queima. A companhia anunciou dividendos intermediários de R$ 125 milhões com pagamento em novembro e segue com alavancagem baixa, o que reforça o case de valorização.

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Créditos: Canva Pro

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Enquanto isso, a Rede D’Or reportou receita líquida de R$14,6 bilhões e EBITDA ajustado de R$3,25 bilhões com alta de 33%. O segmento de seguros SulAmérica mostrou forte expansão e os hospitais registraram ocupação recorde de 81,6%. A dívida líquida caiu para 1,54 vez do EBITDA mesmo com capex orgânico maior, o que sustenta a tese de crescimento com disciplina financeira nas ações do setor de saúde.

Nesse sentido, o investidor encontra oportunidades em histórias com crescimento orgânico, margens em alta e balanços sólidos. Além disso, casos com catalisadores claros como dividendos, integração de aquisições e expansão de base de clientes tendem a capturar prêmios de múltiplo. A seleção cuidadosa de ações considerando risco setorial, alavancagem e visibilidade de resultados segue como a principal estratégia para navegar o pregão desta quinta feira com foco em eficiência de capital e preservação de valor.

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