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“O impacto de um default americano seria maior que uma bomba atômica”, diz economista

Igor Lucena destaca que um calote na dívida dos EUA causaria um impacto muito pior que as crises de 1929 e 2008

Eduardo Saraiva Por Eduardo Saraiva
17/05/2023
Em INTERNACIONAL
Calote da dívida dos Estados Unidos pode estar próximo de acontecer
Foto: Freepik

As negociações para encontrar uma solução em relação ao teto da dívida dos Estados Unidos estão intensas, uma vez que um potencial acordo ainda parece distante. O presidente norte-americano, Joe Biden, deixou claro diversas vezes que um calote na dívida não é uma opção.

Apesar de um acordo entre a Casa Branca e o Congresso ser provável nos próximos dias, um calote da dívida na maior economia do mundo seria equivalente a uma “bomba atômica” nos mercados, como destacou o economista e doutor de relações internacionais, Igor Lucena.

“O impacto de um ‘default’ americano, nunca antes visto na nossa história, seria maior que uma bomba atômica na prática de um ponto de vista econômico”, afirmou Lucena. Ele explicou que os motivos para esse impacto seriam porque todos os bancos centrais e os principais bancos internacionais fazem suas reservas em dólar.

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O economista lembrou que para análise de valuation, seja finanças internacionais ou empresas, a conta é sempre baseada no “Ativo Livre de Risco“. Nesse caso, o ativo sempre considerado é o da dívida do Tesouro norte-americano, pois é considerado um ativo que nunca deixará de ser pago.

“Isso mudaria, fundamentalmente, as bases da análise financeira e colocaria sobre a mesa uma real discussão sobre um novo arcabouço, um conjunto de moedas para ser referência internacional de trocas e de reserva de valor“, disse.

Lucena enfatizou ainda que um potencial calote diminuiria o poder de negociação e de capacidade dos EUA. “O impacto seria devastador (…) seria muito pior que 1929 ou 2008“, enfatizou o economista.

Após uma reunião realizada para discutir o tema na última terça-feira (16), o republicano Kevin McCarthy, presidente da Câmara, disse que um acordo ainda está longe de ser feito, mas destacou que houve uma “melhora” na estrutura das negociações.

A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, vem alertando desde janeiro deste ano sobre o risco de um potencial calote na dívida dos EUA, caso o teto não seja alterado. Em declarações recentes, ela afirmou que um default deixará milhões de norte-americanos sem pagamentos, potencialmente desencadeando uma recessão que destruirá muitos empregos e empresas norte-americanas.

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