A Vibra aprovou a 11ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações. A operação será da espécie quirografária, em até duas séries, e terá valor total inicial de R$ 1,4 bilhão.
As debêntures terão prazo de vencimento de sete anos, contados a partir da data de emissão.
Segundo a companhia, os recursos captados por meio da integralização das debêntures da segunda série serão destinados ao reforço de capital de giro e a propósitos corporativos gerais.
A emissão entra no radar dos investidores por envolver a estratégia de financiamento da companhia em um momento de atenção ao custo de capital e à gestão de liquidez das empresas.
Itaú conclui alocação de R$ 8,4 bilhões do Eco Invest
O Itaú concluiu a alocação dos R$ 8,4 bilhões aprovados no primeiro leilão do Eco Invest Brasil.
Os recursos foram destinados a projetos de saneamento, transição energética, bioeconomia, economia circular e infraestrutura sustentável.
No primeiro leilão, o Itaú foi a instituição financeira com o maior volume contemplado. O banco captou diretamente R$ 1,35 bilhão pelo programa e mobilizou outros R$ 7,05 bilhões em capital privado.
Ao todo, o banco estruturou 16 operações. Entre os projetos citados estão iniciativas da Sabesp, Aegea, Coamo, São Martinho, Volkswagen, EDP, Bracell, Suzano, Grupo Boticário e Eurofarma.
Segundo a instituição, os recursos foram direcionados a áreas como expansão e modernização de sistemas de água e esgoto, produção de biocombustíveis, eficiência energética, digitalização de redes elétricas, manejo florestal sustentável e infraestrutura verde.
O Itaú também informou que avança na destinação de mais de R$ 33 bilhões contemplados em leilões posteriores do programa.
Vale nega decisão sobre IPO da Vale Base Metals
A Vale esclareceu ao mercado que não há decisão tomada sobre uma eventual oferta pública de ações da Vale Base Metals.
A companhia também informou que não há transação específica definida relacionada à estrutura de capital da unidade de metais básicos.
O esclarecimento foi feito após questionamento da CVM e da B3 sobre notícias envolvendo uma possível suspensão dos planos de abertura de capital da unidade.
A Vale afirmou que segue implementando iniciativas operacionais e estratégicas para revisar os ativos da Vale Base Metals e fortalecer a competitividade do portfólio global de mineração.
A companhia reforçou que não tem conhecimento de fato novo ou decisão societária que altere os esclarecimentos já prestados ao mercado.
O tema segue no radar porque a unidade de metais básicos reúne ativos ligados a cobre, níquel e outros minerais estratégicos para a transição energética.
