A Nestlé anunciou investimento de R$ 2 bilhões até 2028 na divisão de nutrição e saúde no Brasil. O plano inclui a construção de uma nova fábrica de fórmulas infantis em Ituiutaba, Minas Gerais. A nova unidade terá investimento de R$ 600 milhões e será construída ao lado do complexo onde a companhia já produz marcas como Ninho e Molico.
O investimento total na divisão representa cerca de 30% dos R$ 7 bilhões previstos pela Nestlé no Brasil entre 2025 e 2028. A nova fábrica terá foco no abastecimento do mercado brasileiro, que hoje é atendido parcialmente por importações. A companhia também vê a possibilidade de exportações no futuro, conforme a expansão da operação.
O anúncio reforça a estratégia da Nestlé de ampliar a produção local em categorias de maior valor agregado, especialmente no segmento de nutrição e saúde.
PRIO tem queda de 5,2% na produção em agosto
A PRIO registrou produção média de 186,1 mil barris de óleo equivalente por dia em agosto. O volume representa queda de 5,2% em relação a julho.
As vendas totalizaram 5,38 milhões de barris de óleo no mês, com crescimento de 15,2% na comparação com julho.
O desempenho operacional foi impactado por paradas e manutenções em Albacora Leste, no cluster Bravo e no campo de Peregrino. No campo Isolado, o poço A-13 iniciou produção em 10 de agosto, com vazão inicial de 6 mil barris por dia.
Os dados da PRIO seguem no radar dos investidores por refletirem o ritmo de produção da companhia e a contribuição dos ativos em operação. No setor de óleo e gás, variações mensais de produção costumam ser acompanhadas de perto por causa do impacto potencial sobre receita, geração de caixa e projeções operacionais.
CSN terá Fabio Schvartsman como CEO
A CSN terá mudança no principal cargo executivo após 24 anos sob o comando de Benjamin Steinbruch.
Fabio Schvartsman foi eleito para assumir a presidência executiva da companhia. O executivo foi presidente da Vale entre 2017 e 2019 e também comandou a Klabin.
Schvartsman é engenheiro de produção pela Poli-USP e tem mais de quatro décadas de experiência em grandes empresas brasileiras, com passagens por companhias como Duratex, Grupo Ultra, Telemar e San Antonio Internacional.
Benjamin Steinbruch não deixará a companhia. Ele permanecerá como presidente do conselho de administração.
A mudança ocorre em um momento em que a CSN busca reduzir seu nível de endividamento. A companhia negocia a venda de uma fatia da CSN Cimentos, em uma transação que pode ser relevante para a estratégia de desalavancagem.
A CSN encerrou o segundo trimestre de 2026 com dívida líquida próxima de R$ 40,5 bilhões. Nesse contexto, a chegada de um novo CEO ocorre em meio à busca por venda de ativos, reorganização de portfólio e maior foco na estrutura de capital.
