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Como países que apostaram em inovação cresceram mais rápido

Redação BM&C News Por Redação BM&C News
01/12/2025
Em ECONOMIA

Enquanto as maiores economias do mundo aceleraram seus ciclos de inovação nas últimas décadas, o Brasil segue enfrentando entraves estruturais que limitam produtividade, reduzem competitividade e afastam investimentos. O contraste é evidente em países como Coreia do Sul, Israel, Estados Unidos, Inglaterra e Irlanda, que adotaram políticas consistentes para incentivar pesquisa, criar ambientes regulatórios previsíveis e atrair capital privado para tecnologia.

Essas economias desenvolveram marcos regulatórios rápidos, estáveis e orientados à inovação. A previsibilidade tornou-se parte central da política industrial moderna, garantindo segurança jurídica para empresas, universidades, investidores e centros de pesquisa. O resultado foi um avanço significativo em emprego qualificado, exportação de tecnologia, aumento do PIB potencial e fortalecimento de ecossistemas de startups.

Políticas de inovação como motor econômico

Na Coreia do Sul, a transformação tecnológica foi guiada por investimentos robustos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), somados a políticas de longo prazo que atravessaram diversos governos. A estratégia reduziu a dependência de setores tradicionais e elevou o país aos primeiros lugares em rankings de inovação.

Lentidão regulatória gera perda bilionária e trava inovação no Brasil

Israel seguiu caminho semelhante ao consolidar um ecossistema de inovação baseado em capital humano altamente qualificado, parcerias entre governo e universidades e estímulos diretos ao empreendedorismo tecnológico. O país tornou-se referência em segurança cibernética, agritech e soluções de alta complexidade.

Nos Estados Unidos, o ambiente regulatório flexível e a capacidade de absorção de novas tecnologias ampliaram a criação de empresas de base científica e impulsionaram a produtividade. Já Inglaterra e Irlanda avançaram ao implementar políticas de transparência tributária, estabilidade regulatória e estímulos a setores estratégicos como biotecnologia, fintechs e economia digital.

Reflexos na competitividade

O Brasil, por outro lado, aparece atrás nos principais índices internacionais de inovação. A burocracia, a demora na atualização de marcos regulatórios e a instabilidade das regras criam obstáculos para o investimento privado em tecnologia. A falta de previsibilidade reduz a capacidade de pesquisadores, empresas e investidores planejarem projetos de longo prazo.

Esse atraso impacta diretamente:

  • emprego formal, com menor geração de vagas em setores de alta produtividade;
  • produtividade, que avança lentamente mesmo com aumento do uso de tecnologia;
  • ecossistema de startups, que enfrenta barreiras regulatórias e instabilidade jurídica;
  • indústria, que perde espaço na integração global de cadeias de valor.

Além disso, a demora em modernizar regulações afeta áreas estratégicas como saúde, energia, infraestrutura e defesa. Países que reformaram seus marcos de tecnologia conseguem incorporar inovações mais rapidamente, aumentando eficiência e escalabilidade.

Marcos regulatórios ágeis e previsíveis atraem capital privado

A experiência internacional mostra que o avanço tecnológico depende de regras claras, estabilidade e adaptação rápida às novas demandas. O investimento privado flui para ambientes em que há segurança jurídica, incentivos bem desenhados e sistemas de propriedade intelectual eficientes.

Economias que adotaram esses princípios ampliaram a participação de setores inovadores em seus PIBs, elevaram exportações de alto valor agregado e tornaram-se hubs globais de desenvolvimento tecnológico.

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O desafio brasileiro

Para destravar o potencial econômico, especialistas defendem que o Brasil avance em uma agenda de inovação com maior coordenação entre governo, academia e setor produtivo. A modernização regulatória, a simplificação de processos e a redução de incertezas são apontadas como peças centrais para atrair mais investimentos e acelerar o crescimento.

Sem previsibilidade e marcos claros, o país permanece distante das economias que lideram o avanço tecnológico. O resultado é um impacto direto sobre competitividade, produtividade e empregos formais — áreas fundamentais para sustentar o crescimento de longo prazo.

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