BM&C NEWS
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
Sem resultado
Veja todos os resultados
BM&C NEWS
Sem resultado
Veja todos os resultados

Com Selic a 10,75%, BC já fala em cortar ritmo de novas altas

BMCNEWS Por BMCNEWS
03/02/2022
Em ECONOMIA

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) iniciou 2022 com mais uma alta de 1,50 ponto porcentual da Selic e sacramentou o retorno aos dois dígitos da taxa básica de juros, que passou de 9,25% para 10,75% ao ano – o maior patamar desde maio de 2017. Mesmo reconhecendo, pela primeira vez, que a inflação de 2022 vai ficar acima do teto da meta, indicando o segundo ano de descumprimento de seu mandato principal, o BC sinalizou uma redução do ritmo de alta de juros no próximo encontro, nos dias 15 e 16 de março.

“Em relação aos seus próximos passos, o comitê antevê como mais adequada, neste momento, a redução do ritmo de ajuste da taxa básica de juros”, disse o Copom, acrescentando, como de costume, que os passos futuros poderão ser ajustados para assegurar a convergência às metas.

Leia Mais

Zeina Latif analisa Selic, juros e conjuntura

“Já há espaço para iniciar o corte da Selic”, afirma Zeina Latif

20 de janeiro de 2026
No quintal de casa ele criou um casulo com piscina verde, cascata e paisagismo integrado ao terreno

No quintal de casa ele criou um casulo com piscina verde, cascata e paisagismo integrado ao terreno

20 de janeiro de 2026

Esperada por todas as 59 instituições ouvidas pelo Projeções Broadcast, a decisão de ontem foi a oitava alta consecutiva da Selic, após a taxa chegar à mínima histórica de 2% devido aos primeiros impactos da pandemia de covid-19 sobre a economia. Desde o início do ciclo de aperto monetário atual, em março de 2021, o aumento acumulado é de 8,75 pontos porcentuais, o processo mais forte desde 1999, quando, em meio à crise cambial, o BC elevou a taxa em 20 pontos de uma só vez.

Apesar da sinalização de alta mais branda em março, o BC repetiu, no comunicado, que é apropriado que o ciclo de aperto monetário “avance significativamente em território contracionista”, diante do aumento das projeções de inflação e risco de desancoragem das expectativas em prazos mais longos. O aumento do juro básico da economia se reflete em taxas bancárias mais elevadas, embora haja uma defasagem entre a decisão do BC e o encarecimento do crédito (entre seis e nove meses). A elevação da taxa de juros também influencia negativamente o consumo da população e os investimentos produtivos.

Preparação

Para o economista-chefe da Neo Investimentos, Luciano Sobral, o BC está preparando o terreno para encerrar o atual aperto monetário, com a Selic chegando entre 12% e 12,5% ao ano. Para encerrar o ciclo já no próximo mês, contudo, o cenário precisa melhorar. Como a dinâmica da inflação tem se mostrado persistente, a estratégia pode ser uma combinação de altas menores em março e maio. “Acho difícil parar em março porque o que está fazendo o BC ter de subir os juros rápido de uns tempos para cá é a inflação corrente”, avalia.

No comunicado, o BC reconheceu que a inflação continua surpreendendo negativamente. O colegiado ainda considerou que o cenário externo segue menos favorável para economias emergentes, com um risco de aperto monetário mais rápido nos EUA (ou seja, juros mais altos por lá aumentam a atratividade de títulos americanos em detrimento de outros investimentos). Quanto à atividade doméstica, houve avaliação um pouco mais otimista, com destaque para dados ligeiramente melhores no fim do ano passado, especialmente.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Com apenas 122 cm de largura, a Keret House na Polônia é a casa mais estreita do mundo e fica espremida entre dois prédios em uma fenda urbana

SUV queridinho da Nissan é o mais barato, faz 13 km/l com seu motor potente e porta-malas gigante

Com vigas metálicas suspensas a 30 metros sobre pilares de concreto, o edifício de 1988 virou um marco revolucionário da engenharia em Salvador

“Maior risco do Brasil não está nos juros, mas no fiscal”, afirma especialista da Fami

Com dez anos de maturação e uma salga precisa de três por cento, é assim que as ovas de esturjão viram o alimento mais caro do mundo

Ibovespa renova máximas históricas e se descola do tombo em Wall Street

COPYRIGHT © 2025 BM&C NEWS. TODO OS DIREITOS RESERVADOS.

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar

Adicionar nova lista de reprodução

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA

COPYRIGHT © 2025 BM&C NEWS. TODO OS DIREITOS RESERVADOS.