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Bandeira amarela volta hoje; Warren e Austin preveem inflação dentro da meta em 2025

Renata Nunes Por Renata Nunes
01/12/2025
Em ECONOMIA

A partir desta segunda-feira (1) a bandeira tarifária amarela passa a valer nas contas de luz de todo o país, segundo informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A mudança reduz o custo adicional cobrado dos consumidores, após dois meses consecutivos com a bandeira vermelha patamar 1.

Com a alteração, haverá cobrança extra de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos, valor menor que o aplicado em novembro, quando o adicional era de R$ 4,46 por 100 kWh.

Por que a bandeira amarela entrou em vigor?

A Aneel afirma que o início do período chuvoso elevou a expectativa de chuvas para dezembro, criando condições um pouco mais favoráveis para a geração de energia. Ainda assim, o volume previsto permanece abaixo da média histórica para o mês, o que mantém a necessidade de acionamento de termelétricas, mais caras para o sistema.

Em outubro e novembro, a agência havia mantido a bandeira vermelha patamar 1 devido ao custo elevado de geração.

Segundo a Aneel, esta é a primeira vez desde 2019 que a bandeira amarela é adotada especificamente no mês de dezembro.

Entenda os custos de cada bandeira

O sistema de bandeira tarifária funciona como um sinal ao consumidor sobre as condições de geração de energia no país. Quanto mais cara a geração, normalmente por menor volume de chuvas e maior uso de termelétricas, maior o adicional na conta.

Veja os valores por categoria:

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  • Bandeira verde – sem cobrança adicional
  • Bandeira amarela – R$ 18,85 por MWh (ou R$ 1,88 a cada 100 kWh)
  • Vermelha patamar 1 – R$ 44,63 por MWh (ou R$ 4,46 por 100 kWh)
  • Vermelha patamar 2 – R$ 78,77 por MWh (ou R$ 7,87 por 100 kWh)

Embora o alívio tarifário comece a valer hoje, a Aneel reforça que a geração térmica continua essencial para atender à demanda nacional de energia. A recuperação mais intensa dos reservatórios dependerá da regularidade das chuvas ao longo do período úmido.

Austin Rating reduz projeções e vê espaço para corte de juros

A Austin Rating revisou suas projeções após a mudança para a bandeira amarela e recalculou o impacto tarifário no IPCA, além de reduzir as estimativas tanto para novembro quanto para dezembro. A previsão para o IPCA de novembro passou de 0,25% para 0,19%, enquanto a de dezembro recuou de 0,45% para 0,35%, implicando um efeito baixista de 0,10 ponto percentual apenas para o último mês do ano.

Com os ajustes, a projeção de inflação para 2025 caiu de 4,44% para 4,30%. Para o economista-chefe da casa, Alex Agostini, a sequência de leituras abaixo do esperado reforça a eficácia da política monetária conduzida por Gabriel Galípolo no Banco Central. Segundo ele, “o IPCA tem surpreendido positivamente há dois meses”, afastando o risco de descumprimento da meta e fortalecendo a credibilidade da autoridade monetária.

Agostini avalia que esse cenário abre espaço para que o ciclo de cortes da Selic comece entre janeiro e março, com maior probabilidade para março, quando a inflação anualizada deve ficar abaixo de 4%, consolidando condições consideradas mais seguras para o afrouxamento monetário. “Nossa expectativa é de corte de 0,50 p.p. na Selic em março, mas ele o BC pode iniciar em cortes de 0,25 p..p. em janeiro e acelerar o corte em julho ou agosto“, destaca.

Além da bandeira amarela: análise da inflação

A Warren Investimentos projeta que a inflação termine 2025 em 4,2%, abaixo do teto da meta estabelecida pelo Banco Central e inferior às estimativas de boa parte do mercado. Segundo Andréa Angelo, estrategista de inflação da casa, o principal fator por trás dessa desaceleração é o comportamento dos alimentos, que vieram “muito mais fracos do que o esperado” ao longo do ano, com previsão de fechar abaixo de 3%. Carnes, alimentos in natura e cereais registraram sucessivas leituras de deflação e contribuíram para manter o índice sob controle.

A estrategista também destaca a influência benigna dos bens industriais, o repasse mais rápido do câmbio e os dois reajustes negativos da Petrobrás nos combustíveis, que aliviaram o grupo de Transportes. Além disso, a coleta de preços da Warren para a Black Friday capturou valores abaixo dos registrados em anos anteriores, o que tende a postergar parte da recomposição de preços para 2026.

Com esse cenário, a Warren espera que o Ciclo de Afrouxamento Monetário tenha início já em janeiro, com corte de 25 pontos-base na taxa Selic. Angelo afirma que a combinação de expectativas de inflação mais baixas, composição favorável dos componentes do índice e indicadores de atividade econômica vem reforçando o espaço para a redução dos juros, apesar da resistência ainda observada nos serviços subjacentes intensivos em trabalho.

Em relação ao curto prazo, a Warren projeta alta de 0,31% no IPCA de dezembro, movimento considerado majoritariamente sazonal devido à pressão típica das festas de fim de ano sobre carnes e outros itens da alimentação. A expectativa é de aceleração de 0,85% no grupo de Alimentação e Bebidas, com a alimentação no domicílio avançando 0,91%. Mesmo com essa alta, a inflação de dezembro deve ficar abaixo da média histórica dos últimos dez anos (0,51%), sem riscos ao cumprimento da meta cheia em 12 meses.

Angelo observa, porém, que a energia elétrica permanece como principal fonte de incerteza no fechamento do ano. O cenário-base da Warren considera a adoção da bandeira amarela pela Aneel; caso a bandeira vermelha fosse mantida, haveria impacto altista adicional.

Olhando para 2026, a casa aponta um balanço de riscos mais pressionado. Os principais vetores de alta previstos estão nos alimentos: recomposição de preços de carnes — que devem subir cerca de 10%, após um 2025 mais benigno, recuperação de leites e derivados (+9%) e avanço das frutas, projetadas em torno de 12%. Fora da alimentação, a Warren monitora uma possível desvalorização do câmbio, que poderia adicionar até 30 bps à inflação, além do efeito de políticas de estímulo à atividade e renda (IR, FGTS, consignado), cujo impacto é estimado em mais 40 bps.

Para a estrategista, a conclusão é clara: 2025 deve ser mais benigno que 2026, que tende a apresentar maior pressão inflacionária estrutural.

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