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Trump arrecada US$ 140 bi com tarifas e desafia relação comercial com o Brasil

Redação BM&C News Por Redação BM&C News
04/08/2025
Em Análises, Entrevista, INTERNACIONAL, Mundo, Política Internacional

A agenda tarifária de Donald Trump segue gerando impacto direto nas finanças dos Estados Unidos, com mais de US$ 140 bilhões arrecadados desde sua implementação. O sucesso dessa política econômica, entretanto, acende um sinal de alerta para o Brasil, que precisa repensar sua abordagem nas relações bilaterais para evitar prejuízos comerciais futuros.

Enquanto Trump continua defendendo medidas protecionistas, o Brasil se vê diante de uma encruzilhada: como manter relações econômicas saudáveis com os EUA sem abrir mão de sua própria soberania comercial? Especialistas defendem uma abordagem pragmática e estratégica para lidar com os desafios impostos por essa política.

Como o Brasil deve reagir à política tarifária de Trump?

Para o mestre em Direito Internacional Manuel Furriela, o Brasil precisa agir com objetividade. “O governo brasileiro precisa ser pragmático, focar na negociação e evitar desgaste político que prejudica a relação comercial com os EUA”, afirma o especialista. “É preciso evitar o viés ideológico e priorizar o diálogo econômico direto com Washington.“, destaca.

Furriela também ressalta a relevância da parceria histórica entre Brasil e EUA. “A relação comercial entre os dois países, que já dura 200 anos, é sustentada por grandes investimentos americanos no Brasil”, explica. Por isso, manter esse canal ativo e transparente torna-se essencial em um cenário internacional cada vez mais competitivo.

Quais os impactos das tarifas de Trump para a economia brasileira?

A política tarifária de Trump pode afetar a competitividade das exportações brasileiras e influenciar decisões de investimento estrangeiro. Segundo Furriela, além das tarifas, outros fatores como juros e inflação global também devem ser monitorados com atenção.

“As flutuações nas taxas de juros dos EUA têm efeito direto sobre o mercado financeiro brasileiro”, destaca o jurista. Nesse sentido, empresários e investidores precisam incorporar esses elementos nas suas estratégias, evitando riscos e identificando oportunidades que podem surgir desse novo arranjo global liderado por Trump.

O que o Brasil pode fazer para fortalecer a relação com os EUA?

Diante dos desafios impostos por Trump, Furriela sugere ações práticas para melhorar o ambiente comercial entre os países:

  • Fortalecer o diálogo diplomático com os EUA, priorizando temas econômicos;
  • Buscar acordos bilaterais que promovam facilitação comercial e segurança jurídica;
  • Focar em projetos conjuntos de interesse mútuo para atrair novos investimentos;
  • Separar a política ideológica dos objetivos econômicos para proteger os interesses nacionais.

Essas medidas não só ajudam a mitigar os impactos negativos da agenda tarifária de Trump, como também reposicionam o Brasil como um parceiro confiável no comércio internacional.

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A atuação de Trump no cenário comercial global não pode ser ignorada. Seu modelo de política tarifária trouxe ganhos para os EUA, mas representa um desafio direto para países como o Brasil. A chave para enfrentar essa realidade está na adoção de uma postura estratégica e pragmática, que priorize o comércio, os investimentos e a estabilidade nas relações bilaterais.

Em um mundo marcado por disputas comerciais e reposicionamentos geopolíticos, separar política ideológica de interesses econômicos torna-se uma medida urgente. Com ações coordenadas e visão de longo prazo, o Brasil pode proteger seus interesses e até transformar a política de Trump em uma oportunidade de crescimento.

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