O investidor e consultor, Thiago Ribeiro, destacou a consistência de Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN4) frente às outras companhias de celulose. Em participação ao BM&C News, ele afirmou que a geração de caixa das duas companhias, sobretudo a Suzano, que em um período de low da commodity, gerou uma brutalidade de caixa.
Visto que uma série de players do setor, não conseguem mais produzir celulose, assim como, a Finlândia, afirmou o investidor. Nessa mesma linha, Ribeiro citou que a Klabin detém uma resiliência no negócio impressionante.
“Nos últimos 40 trimestres de Klabin, não houve nenhum trimestre menor que o anterior, só apresentou crescimento”, ressaltou o consultor.
Portanto, Ribeiro explicou que para Suzano se beneficiar, o preço da celulose deve subir, no entanto, se o preço da celulose se manter nesse patamar, ou cair um pouco e o Brasil ainda surpreender do ponto de vista econômico, assim, a demanda por embalagens cresce, e a Klabin se beneficia.
Por fim, o investidor afirmou que se posiciona nas duas companhias, e gosta das duas quase da mesma forma. No entanto, “sou um pouco mais positivo com Suzano pela sua capacidade de escala e pela questão do dolar”.
Confira a análise na íntegra:
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