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STF, inelegibilidade e anistia: o que muda no cenário com condenação de Bolsonaro

Redação BM&C News Por Redação BM&C News
12/09/2025
Em Análises, Curiosidades, Eleições, Entrevista, Exclusivas, NACIONAL, POLÍTICA

O julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que condenou Jair Bolsonaro e outros sete réus também trouxe repercussões no campo político e jurídico. O professor e constitucionalista André Marsiglia destacou que a questão da inelegibilidade do ex-presidente não está diretamente vinculada ao julgamento do STF, mas sim à Justiça Eleitoral. No entanto, a condenação reforça a situação já existente e reacende o debate sobre anistia.

Segundo Marsiglia, “a questão da inelegibilidade de Bolsonaro está relacionada à Justiça Eleitoral. Foi por lá que ele se tornou inelegível. Agora, com esse julgamento, isso fica reforçado”. O especialista observa que os fatos que levaram à inelegibilidade no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) são semelhantes aos que fundamentaram a condenação pelo STF, o que amplia os efeitos políticos e jurídicos sobre o futuro do ex-presidente.

A anistia poderia mudar a situação de Bolsonaro?

Marsiglia explica que, se aprovada, uma eventual anistia poderia impactar não apenas o processo criminal, mas também a inelegibilidade. “Não tem como a anistia não abarcar a inelegibilidade dele, por conta de que os fatos que levaram à perda de seus direitos políticos foram basicamente os mesmos que resultaram na condenação do processo do golpe”, afirmou.

Nesse sentido, a discussão sobre anistia torna-se central para a estratégia política. Para os críticos de Bolsonaro, o risco de sua reinserção no jogo eleitoral é o principal motivo da resistência à medida. Já para apoiadores, a anistia poderia restaurar a legitimidade política do ex-presidente, abrindo caminho para futuras disputas eleitorais.

O impacto da divergência do ministro Fux

Outro ponto relevante do julgamento foi o voto divergente do ministro Luiz Fux, que rompeu a expectativa de unanimidade na decisão. A reação entre colegas de Corte, marcada por incômodo e até certo desprezo, trouxe à tona discussões sobre a credibilidade institucional do STF.

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Marsiglia ressalta que a divergência é essencial para a democracia: “A ideia de unanimidade, sobretudo em um caso tão complexo como esse, não me parece ser solidez da Corte. Ao contrário, a divergência me parece ser solidez democrática”. Para o professor, a pluralidade de visões dentro da Suprema Corte fortalece o debate jurídico e evita a percepção de alinhamento político homogêneo.

Divergência fragiliza ou fortalece o STF?

Segundo o constitucionalista, a falta de percepção de que o contraditório faz bem ao tribunal pode afetar não apenas a credibilidade do STF, mas também do debate público como um todo. “Se acreditarmos que todos têm de pensar igual, como fica a imprensa? Como ficam as universidades? Como fica o debate jurídico?”, questionou.

Dessa forma, a divergência no julgamento de Bolsonaro não deve ser vista como fragilidade institucional, mas sim como expressão da democracia. O contraditório garante legitimidade e reforça que as decisões da Corte resultam de debates amplos e técnicos.

Quais os próximos desdobramentos?

O cenário político permanece em aberto. A inelegibilidade de Bolsonaro, embora já definida pela Justiça Eleitoral, ganha novo peso com a decisão do STF. Ao mesmo tempo, o debate sobre anistia deve se intensificar no Congresso, aumentando a tensão entre Poderes.

Enquanto isso, a divergência de votos dentro do STF pode redefinir a percepção pública sobre a Corte. Para Marsiglia, o fortalecimento da democracia depende justamente da coexistência de opiniões distintas e da manutenção do espaço para o contraditório. O futuro de Bolsonaro e os rumos do Supremo estão, portanto, diretamente conectados no tabuleiro político e jurídico do país.

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