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Petróleo em compasso de paz: o que esperar após o cessar-fogo em Gaza

Redação BM&C News Por Redação BM&C News
15/10/2025
Em Análises, Entrevista, Exclusivas, Exclusivo, INTERNACIONAL, INVESTIMENTOS E FINANÇAS, Mundo

O recente cessar-fogo em Gaza abriu um novo capítulo de incertezas e expectativas para a economia de Israel e o mercado global de energia. Para o economista e doutor em relações internacionais, Igor Lucena, a trégua representa não apenas um alívio humanitário e político, mas também um potencial ponto de virada econômico. Segundo ele, “a economia israelense começa a dar sinais de que se prepara para uma fase de normalização, e a venda de mais de US$ 5 bilhões em títulos é um indicativo claro dessa estratégia”.

Embora a situação ainda seja instável, Lucena avalia que a busca por estabilidade regional tem apoio internacional. “A iniciativa de Donald Trump em buscar a paz pode influenciar positivamente o mercado. O fato de os Estados Unidos estarem concentrando esforços em outros conflitos, como o da Ucrânia e da Rússia, tende a reduzir o risco de uma nova escalada no Oriente Médio”, explica. O especialista ainda pontua que Trump está esta tentando mostrar que pode conseguir um Prêmio Nobel da Paz.

O impacto do cessar-fogo no mercado de petróleo

Um dos principais reflexos do acordo é o comportamento do preço do petróleo. Igor Lucena avalia que o atual cenário de trégua traz um fator de alívio aos investidores. “Com a redução das tensões na região, a tendência é de estabilidade no preço do barril. A economia global continua aquecida e a política americana segue incentivando o uso de combustíveis fósseis, o que deve manter a cotação em patamares confortáveis”, afirma.

De acordo com o economista, “em um cenário otimista, a paz em Gaza pode criar um ambiente mais favorável para investimentos no setor energético, especialmente em infraestrutura e exploração”. Contudo, ele pondera que o equilíbrio é delicado. “Se houver uma nova escalada de tensões envolvendo Irã ou Qatar, poderemos ver um aumento de até 10% a 12% nos preços do petróleo em pouco tempo”, alerta Lucena. Nesse sentido, o mercado deve manter atenção constante às movimentações diplomáticas e militares no Oriente Médio.

Cessar-fogo como catalisador de investimentos

Para Igor Lucena, a paz em Gaza representa mais do que estabilidade geopolítica, ela pode ser um motor de crescimento econômico. “A retomada econômica depende diretamente do cumprimento dos acordos e da ausência de novos conflitos. Se o cessar-fogo se mantiver, investidores devem voltar a olhar para Israel e para o Oriente Médio como polos de oportunidade”, projeta o economista.

Ele explica que o retorno à normalidade pode reativar setores fortemente atingidos pela guerra, como turismo, tecnologia e construção civil. “Com mais confiança e previsibilidade, o fluxo de capitais estrangeiros tende a aumentar. Isso gera um círculo virtuoso de crescimento, consumo e investimento, fortalecendo a economia israelense”, avalia.

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Riscos que ainda persistem

Apesar do tom de otimismo, Lucena reforça que ainda há riscos relevantes no horizonte. “A volatilidade política na região é alta, e qualquer incidente pode mudar completamente as expectativas. É essencial monitorar não apenas o cumprimento do cessar-fogo, mas também o posicionamento de países vizinhos, que têm grande influência sobre o equilíbrio regional”, ressalta.

Ele acrescenta que “o investidor precisa estar consciente de que a geopolítica continua sendo um fator-chave para o comportamento das commodities e dos ativos financeiros. O petróleo é sensível a eventos geopolíticos, e, por isso, movimentos abruptos não podem ser descartados”.

Equilíbrio frágil entre paz e preço

A análise de Igor Lucena apresenta um quadro de cauteloso otimismo. O cessar-fogo em Gaza abre espaço para recuperação econômica e estabilidade dos preços do petróleo, mas o desfecho dependerá da continuidade da paz e do engajamento internacional. “Estamos diante de um momento que pode redefinir a geopolítica do Oriente Médio. Se a paz prevalecer, o mercado encontrará um novo ponto de equilíbrio entre segurança e crescimento. Caso contrário, veremos mais uma vez o petróleo refletindo a instabilidade da região”, conclui o economista.

A avaliação de Lucena reforça que a paz ainda é o maior ativo econômico que um país pode ter. No curto prazo, a estabilidade pode significar petróleo estável; no longo, um ciclo de prosperidade para Israel e seus vizinhos. O desafio é manter esse equilíbrio em uma das regiões mais sensíveis do planeta.

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