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Juros em pauta: mercado de olho na Super Quarta

A Super Quarta desta semana promete movimentar os mercados com as decisões de juros do Copom e do Federal Reserve (Fed). A expectativa predominante entre economistas e investidores é de manutenção das taxas básicas, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. No entanto, o ambiente segue cercado de incertezas fiscais, tensões comerciais e impacto dos dados de inflação.

Copom deve manter juros altos e discurso firme

Para Leonardo Costa, economista do ASA, o Banco Central deve manter a taxa Selic em 15,00% ao ano, apostando que os efeitos do ciclo anterior de alta de juros ainda estão em curso.

“O comunicado deve reforçar a necessidade de manter os juros elevados por um período prolongado, citar a atividade econômica em moderação e manter o discurso de vigilância”, afirma Costa. A equipe do ASA projeta início de cortes apenas em dezembro deste ano, caso o cenário permita.

Fed também deve manter juros, com atenção ao discurso de Powell

Do lado norte-americano, a economista Andressa Durão, também do ASA, prevê que o Federal Reserve manterá os juros na faixa entre 4,25% e 4,50% nesta quarta-feira (30). Segundo ela, o comunicado não deve trazer grandes novidades, mas a coletiva de imprensa de Jerome Powell pode influenciar os mercados, dependendo do tom adotado.

“O Fed deve reafirmar que os juros estão bem calibrados para enfrentar os riscos, mesmo diante das incertezas. Powell deve comentar os dados de inflação e os efeitos iniciais das tarifas comerciais”, explica. A divulgação do PIB dos EUA no segundo trimestre, prevista para horas antes da reunião do FOMC, também pode alterar a percepção do mercado sobre os próximos passos da política monetária americana.

Juros altos seguem atraentes, mas riscos crescem

Na avaliação de Mariana Pulegio, planejadora financeira e sócia da WIT Invest, o atual cenário de juros altos no Brasil continua favorável para investimentos em renda fixa. No entanto, o investidor precisa estar atento às tensões comerciais com os EUA, que adicionam volatilidade e pressão sobre o câmbio.

“O mercado projeta manutenção dos juros tanto no Brasil quanto nos EUA, mas sem esquecer o cenário fiscal delicado e o ambiente geopolítico mais tenso”, aponta. Segundo ela, setores como varejo, construção civil e bancos podem se beneficiar da Selic estável, enquanto exportadores ficam mais expostos às flutuações do dólar e ao risco de novas tarifas.

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Diversificação é essencial no atual cenário de juros

Mariana destaca que os juros reais continuam atrativos, principalmente para quem investe em títulos IPCA+ e pós-fixados, mas lembra que a bolsa brasileira pode ganhar fôlego se o Fed sinalizar cortes à frente. Para ela, o investidor deve manter um portfólio equilibrado entre renda fixa e variável, além de considerar uma exposição a ativos dolarizados.

“O segredo é diversificar. Os juros altos oferecem segurança, mas a bolsa ainda tem boas oportunidades, especialmente em setores domésticos. É hora de se proteger, mas também de buscar ganhos”, afirma.

Juros podem reagir a surpresas no fiscal ou no exterior

Embora a expectativa para esta Super Quarta seja de estabilidade, surpresas no comunicado do Copom ou na coletiva de Powell podem mexer com os juros futuros e provocar reprecificação dos ativos. Além disso, o cenário fiscal brasileiro e a escalada de tensões comerciais com os EUA são fatores que podem influenciar as decisões de política monetária nos próximos meses.

“A tensão entre Brasil e Estados Unidos ainda não deve afetar diretamente os juros nesta reunião, mas o Copom pode considerar os efeitos indiretos, como o impacto no câmbio e a inflação importada”, conclui Mariana.

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