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Guerra comercial? China e EUA voltam ao radar do mercado

Renata Nunes Por Renata Nunes
13/10/2025
Em Análises, INTERNACIONAL, Mundo

O recente embate comercial entre China e Estados Unidos tem gerado repercussão no mercado. O cenário agravou no final da semana passada, após a China anunciar na quinta-feira (9), a expansão dos controles de exportação de terras raras. Após isso, Donald Trump, presidente dos EUA, afirmou que iria impor sobretaxas aos produtos chineses. No entanto, Trump suavizou o discurso no domingo (12), dizendo que “tudo ficará bem com a China”. Pequim, por sua vez, pediu diálogo em vez de ameaças, mas deixou claro que não teme uma guerra tarifária.

Essas tensões têm abalado não apenas os mercados financeiros, mas também suscitado preocupações em torno de negociações econômicas futuras. O impasse entre os países desestabilizou Wall Street e jogou um peso sobre as negociações comerciais.

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Para a MSX Invest, o mercado vê esse recuo como um alívio tático. “O tom mais brando de Trump reduz o estresse imediato, mas a incerteza estrutural da relação EUA-China continua sendo um dos principais riscos geopolíticos globais e, portanto, fator de volatilidade para ativos emergentes“, destacou.

China e EUA: o que são terras raras e qual sua importância?

O mundo moderno depende de elementos de terras raras, elementos minerais essenciais para inúmeras aplicações tecnológicas. Esses minerais, são componentes fundamentais em produtos de alta tecnologia, como veículos elétricos e equipamentos de defesa. Com a China suprindo mais de 90% dessas matérias-primas, qualquer controle de exportação gera impactos significativos no mercado global.

Os efeitos do atrito comercial reverberam fora das fronteiras nacionais, influenciando negociações e relações comerciais entre outros países. O domínio chinês sobre recursos críticos serve como uma carta estratégica em negociações, enquanto os EUA, ao demonstrar a capacidade de impor pressões econômicas, influenciam a confiança dos parceiros comerciais. O agravamento desse cenário tem o potencial de alterar as dinâmicas diplomáticas entre países, com a China mostrando uma capacidade regulamentar direcionada, enquanto os EUA utilizam suas políticas tarifárias como ferramentas de dissuasão.

China e EUA: o que dizem os especialistas

O economista e doutor em Relações Internacionais, Igor Lucena avalia que a recente escalada entre China e EUA representa mais uma estratégia de pressão política do que uma ruptura comercial efetiva. “Pequim tem adotado medidas pontuais, como a redução nas exportações de terras raras e a taxação de navios americanos, em reação a pendências não resolvidas no acordo firmado entre os dois países“, avalia. A resposta de Donald Trump, com a ameaça de impor tarifas de 100% sobre produtos chineses, reforçou o clima de tensão e gerou volatilidade nos mercados globais, que chegaram a perder trilhões em valor de mercado.

Para Lucena, no entanto, o cenário tende à estabilização no médio prazo. Ele acredita que tanto Washington quanto Pequim devem reabrir os canais de diálogo antes de 1º de novembro, em busca de um novo entendimento. “Os mercados reagem ao ruído político, mas há um interesse comum em restabelecer previsibilidade. O acordo anterior foi rápido e deixou pontos importantes em aberto e é justamente isso que está sendo renegociado agora”, concluiu.

O que esperar

Em meio a esse cenário, o avanço das tensões entre Estados Unidos e China reforça a percepção de que a disputa comercial vai além das tarifas, trata-se de uma corrida por influência geopolítica e tecnológica. Para o mercado, o desfecho desse embate será determinante para o rumo dos ativos de risco e para a confiança global. Caso prevaleça o diálogo, investidores podem ver uma recuperação gradual; mas, se novas medidas forem adotadas, o risco de desaceleração econômica global tende a aumentar, ampliando a volatilidade nos próximos meses.

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