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Especialistas avaliam encontro de Zelensky em Washington como ‘divisor de águas’

Renata NunesPor Renata Nunes
18/08/2025

O encontro desta segunda-feira (18) em Washington entre Zelensky e Donald Trump carrega um peso decisivo para os próximos passos do conflito. Após a reunião entre Trump e Vladimir Putin no Alasca, cresceram os rumores de que os Estados Unidos pressionariam Kiev a abrir mão de territórios como Donetsk, Luhansk e até a Crimeia em troca de um cessar-fogo. Zelensky, no entanto, já deixou claro que a Constituição ucraniana proíbe a entrega de terras, ressaltando que qualquer decisão desse tipo só poderia ser tomada pelo povo ucraniano.

Segundo André Matos, CEO da MA7 Negócios, a posição de Zelensky neste encontro é estratégica. “Ele precisa equilibrar duas linhas: mostrar disposição para negociar, ao mesmo tempo em que sinaliza claramente que não vai ceder território”. Nesse contexto, a presença dos líderes europeus se torna fundamental para sustentar a legitimidade da postura ucraniana diante de pressões externas crescentes.

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Qual o papel dos líderes europeus no encontro de Zelensky e Trump?

Diferente de reuniões anteriores, Zelensky não chega sozinho a Washington. Estão ao seu lado Emmanuel Macron (França), Keir Starmer (Reino Unido), Friedrich Merz (Alemanha) e Ursula von der Leyen (Comissão Europeia). A presença desses líderes tem como objetivo reforçar que existe uma frente internacional contra qualquer negociação que fragilize a soberania da Ucrânia.

Além disso, diplomatas apontam que a participação europeia serve também para pressionar Trump a não isolar Kiev em tratativas bilaterais com Putin. Nesse sentido, uma das ideias em discussão é a criação de um mecanismo de garantias de segurança inspirado no Artigo 5 da OTAN, mas sem que a Ucrânia entre formalmente na aliança.

O que Zelensky precisa demonstrar?

O grande desafio de Zelensky é transmitir firmeza sem parecer inflexível. De um lado, Trump voltou a afirmar que a Ucrânia poderia “acabar com a guerra de imediato” se aceitasse concessões territoriais. Por outro, Putin intensificou os ataques militares para aumentar seu poder de barganha antes da reunião em Washington. Esse contraste deixa claro que Zelensky precisa mostrar disposição ao diálogo, mas sem comprometer princípios fundamentais.

De acordo com Matos, a comunicação do presidente ucraniano é tão importante quanto os resultados práticos da reunião. “Ele deve reforçar que a Ucrânia está pronta para discutir garantias de segurança, financiamento e reconstrução, mas que não há espaço para abrir mão de sua soberania. Essa mensagem precisa chegar não só a Trump e Putin, mas também à opinião pública europeia e americana”.

O que dizem os especialistas?

Para Igor Lucena, economista e doutor em relações internacionais, o encontro representa uma tentativa de buscar o “menos pior” em um tabuleiro de negociações complexo. “Trump busca um acordo de paz que possa lhe render prestígio internacional e, nesse processo, tende a se alinhar às demandas de Putin, que já deixou claro querer o controle de áreas estratégicas como o Donbass“, ressaltou o especialista. Lucena também avalia que a discussão central é até que ponto Zelensky estaria disposto a ceder territórios em troca de garantias de segurança inspiradas na OTAN, sem adesão formal. “Todas as partes já entendem que terão de ceder, mas o desafio é definir a extensão dessas concessões e como serão implementadas as garantias futuras de segurança”, concluiu.

Já Marcus Vinicius de Freitas, professor de relações internacionais, enxerga o encontro como um divisor de águas na disputa pela ordem mundial. “A reunião entre Zelensky e Trump em Washington é de enorme importância porque toca no coração de uma das principais promessas de campanha de Donald Trump, que é justamente encerrar a guerra da Ucrânia de maneira rápida e definitiva.” Ele destaca que Zelensky negocia em desvantagem, enquanto Trump e Putin assumem o protagonismo de uma solução que pode redesenhar o equilíbrio global.

“O risco é que a Ucrânia se torne moeda de troca em um jogo maior entre Estados Unidos e Rússia, relegando a Europa a um papel meramente figurativo. Por outro lado, a Rússia saiu fortalecida desde a reunião no Alasca. “Putin rejeita a lógica de um simples cessar-fogo, pois sabe que isso daria tempo aos aliados para rearmar a Ucrânia. O que propõe é algo mais abrangente: um acordo de paz que encerre as hostilidades de forma duradoura“. Para o especialista, neste cenário, Trump parece inclinado a aceitar essa visão, pois lhe garante o protagonismo histórico e um sucesso político imediato. Ele só recorrerá à desculpa da falta de liderança europeia se perceber que suas negociações diretas com Putin não produzem resultados concretos.

Quais são os possíveis desdobramentos da visita de Zelensky?

Analistas indicam que, caso a reunião avance, Trump pretende propor uma cúpula tripartite entre Estados Unidos, Ucrânia e Rússia já na sexta-feira (22). Putin teria sinalizado interesse, mas apenas se Kiev aceitar previamente renunciar a determinados territórios. Esse impasse levanta dúvidas sobre a real disposição do Kremlin em negociar diretamente com Zelensky.

  • Pontos em discussão: cessão de Donetsk, Luhansk e Crimeia.
  • Proposta europeia: garantias de segurança sem adesão formal à OTAN.
  • Posição de Trump: pressão por concessões territoriais para encerrar a guerra.
  • Resposta de Zelensky: disposição ao diálogo, mas defesa intransigente da soberania.

Leia mais notícias e análises clicando aqui

Reunião de Zelensky com Trump pode definir futuro da Ucrânia

Especialistas avaliam reunião de Zelensky com Trump em Washington. Loto: depositphotos.com / dmytro.larin.gmail.com

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