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Dividendos da Petrobras (PETR3;PETR4) não será mais tão robusto? Especialista avalia

BMCNEWS Por BMCNEWS
04/11/2022
Em Análises
Edifício sede da Petrobras
Edifício sede da Petrobras. Foto: Fernando Frazão, Agência Brasil

O Conselho de Administração da Petrobras (PETR3;PETR4) aprovou um pagamento de dividendos de R$ 3,3489 por ação preferencial e ordinária, totalizando R$ 43,7 bilhões, na última quinta-feira (3). Com isso, Gleisi Hoffmann, deputada federal e presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), criticou a preparação da empresa e a chamou de “sangria”. “Não concordamos com essa política que retira da empresa sua capacidade de investimento e só enriquece acionistas. A Petrobras tem de servir ao povo brasileiro”, disse no Twitter, o que deixou os investidores da petrolífera preocupados.

Felipe Pássaro, gestor de renda variável da EQI Asset, disse, durante participação na programação da BM&C News, ter uma visão bem negativa em relação à Petrobras. O especialista destacou enxergar uma perspectiva boa em commodities, porém esse otimismo tem refletivo em commodities de outros ativos.

“Eu acho que Petrobras fica agora em um momento onde ela não é tão focada para o investidor, tanto no minoritário quanto no majoritário. Ela fica com o perfil muito mais de crescimento, com uma outra agenda, do que focada em gerar um melhor resultado de acordo com a rentabilidade internacional e também para pagar os dividendos em linha com as outras petroleiras de fora do Brasil vem pagando”, comentou.

Pássaro destacou ter uma perspectiva boa para o petróleo em razão do baixo investimento que as empresas vem fazendo nesses últimos cinco anos e por conta de demanda e oferta.

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“No caso de Petrobras eu diria que é bem provável que ela volte a ter aquisições, volte a aumentar a busca por novos campos. Mas eu acho que é uma dinâmica diferente do que o investidor vinha tendo nesses últimos anos”, avaliou.

Dessa forma, o gestor de renda variável pontuou que, por conta da rentabilidade robusta, a Petrobras consegue dar bastante margem para a empresa. “Caso queira acelerar o crescimento, ela consegue consumir esse caixa de uma forma bem rigorosa, até para conseguir entregar esse crescimento em linha com o interesse do novo governo”, finalizou.

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