Nesta terça-feira (28), a Petrobras (PETR3;PETR4), junto com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), anunciou um projeto que conta com um investimento de R$ 47,3 milhões para ações de recuperação da vegetação nativa em áreas de manguezal e restinga no Norte, Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil.
Vale a pena destacar que o projeto não tem fins lucrativos, e conta com associações civis, fundações privadas e cooperativas. A gestão operacional e a condução da execução das iniciativas ficarão a cargo do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO), parceiro gestor do Floresta Viva.
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, defendeu a importância da restauração destas áreas. “Os manguezais e as restingas são ecossistemas costeiros de grande importância ecológica, social e econômica. Devido à sua localização na costa litorânea, sofrem ameaças decorrentes da expansão urbana e de atividades humanas. Com este apoio a projetos de recuperação, vamos contribuir para a conservação da biodiversidade e dos recursos hídricos, a remoção de dióxido de carbono da atmosfera e a geração de emprego e renda nas comunidades impactadas”.
“A Petrobras está comprometida com a transição energética justa e apoia iniciativas socioambientais voltadas para a conservação de ecossistemas costeiros e marinhos, tão importantes para nossa atuação. O manguezal, ecossistema do bioma Mata Atlântica que será restaurado por esses projetos, é um importante aliado na mitigação das mudanças climáticas. Através dessa parceria com o BNDES, reforçamos nossa contribuição para transformar nossos resultados em retorno para a sociedade e o meio ambiente”, afirmou o presidente da Petrobras, Jean-Paul Prates.

