Renovar a decoração não precisa custar uma fortuna. Com um olhar apurado e algumas escolhas inteligentes, é possível transformar a sala ou o quarto misturando tendências e peças garimpadas. A chave está em entender o que funciona no espaço e investir nos detalhes certos. E o melhor: dar uma cara nova à sua casa pode sair por menos de R$ 500, dependendo do estilo escolhido.
Quanto custa renovar a sala com cada estilo?
Os valores abaixo consideram uma “virada visual” em uma sala de 12 m² que já tem os móveis essenciais (sofá e rack). O foco está em pintura, iluminação, têxteis e peças-chave de design, com materiais de qualidade média e mão de obra própria (DIY). A tabela resume as opções:
Os valores são de 2026 e podem variar conforme a região e a necessidade de mão de obra profissional.
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Minimalismo: menos é mais (e mais barato?)
O minimalismo aposta em linhas retas, paleta neutra e ausência de excessos. A sensação de amplitude vem da clareza visual, não de metros quadrados extras. Para aplicar o estilo gastando pouco, invista em uma tinta clara de qualidade e em organizadores que escondam a bagunça. Uma única peça de design, mesmo que uma réplica bem feita, pode ser o ponto focal.

O perfil @nossot3 mostra na prática como uma cozinha minimalista pode ser acolhedora sem abrir mão da simplicidade:
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Industrial: o estilo que economiza em acabamentos
Inspirado em lofts nova-iorquinos, o estilo industrial é um dos mais democráticos para quem quer economizar. Ele valoriza a estrutura aparente: vigas, tubulações externas, paredes de tijolo ou cimento queimado. Isso elimina a necessidade de acabamentos caros. Móveis de ferro preto e madeira de demolição completam o visual sem exigir grandes investimentos.
A estética bruta combina perfeitamente com ambientes integrados, como sala e cozinha, e permite reaproveitar móveis antigos com uma demão de tinta ou novo estofado.

Boho: aconchego com reaproveitamento
O estilo boho é o rei do reaproveitamento. Mantas, almofadas texturizadas, cestarias e tapetes étnicos transformam o ambiente sem obras. As plantas são protagonistas e custam a partir de R$ 20,00 cada. O segredo está nas camadas: misturar estampas, texturas e objetos garimpados em brechós ou feiras. É o estilo com o menor custo de entrada, a partir de R$ 500,00.
O perfil @rustic.architecture publicou um exemplo que ajuda a entender a imponência do clássico versus a flexibilidade do contemporâneo, mas a essência boho está justamente na liberdade criativa:
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Como gastar pouco com técnicas de reaproveitamento?
Independentemente do estilo escolhido, algumas técnicas simples renovam o lar sem estourar o orçamento:
- Têxteis renováveis: trocar capas de almofada e tapetes (a partir de R$ 150,00) muda instantaneamente a cara da sala.
- Iluminação cênica: luzes amareladas e luminárias de piso criam climas acolhedores sem obra elétrica.
- Biofilia acessível: plantas são a “mobília” mais barata e eficiente para preencher cantos vazios (mudas a partir de R$ 20,00).
- Pintura estratégica: uma única parede pintada com cor de destaque ou efeito cimento queimado custa menos de R$ 200,00 em tinta.
- Reforma de móveis antigos: lixar e pintar uma cadeira ou mesa de madeira pode custar apenas o preço da tinta.
A personalidade do morador define a sofisticação
A melhor escolha decorativa é aquela que conta a sua história. Seja pela limpeza visual do minimalismo, pela crudeza do industrial ou pelo aconchego do boho, o objetivo final deve ser o conforto emocional. Uma casa sofisticada é, antes de tudo, um lar onde se vive bem, independentemente do valor investido nos móveis. Com as dicas certas, qualquer estilo cabe no bolso e reflete quem você é.

