A capital de Mato Grosso do Sul, carinhosamente chamada de Cidade Morena, respira verde no centro do continente. Localizada a 1.034 km de Brasília, a metrópole integra o desenvolvimento urbano à floresta nativa, garantindo ar puro em meio ao concreto.
Por que a capital detém o recorde de arborização entre as metrópoles?
Campo Grande possui 91,4% de suas vias arborizadas, liderando o ranking nacional segundo o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse compromisso rendeu à cidade o título de “Tree City of the World” pela sexta vez consecutiva, concedido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
A gestão exemplar das florestas urbanas é reconhecida globalmente pela Fundação Arbor Day (Tree Cities). Diferente de outros grandes centros, a cidade mantém árvores em nove de cada dez residências, criando um microclima único no Centro-Oeste.

Como a floresta urbana transforma a rotina dos moradores?
A densidade verde de 73,66 metros quadrados por habitante garante um conforto térmico muito superior à média nacional, mitigando as ilhas de calor. A gestão tecnológica utiliza a plataforma Arbolink para monitorar a saúde das árvores, seguindo diretrizes da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (SBAU).
O cotidiano é marcado pela explosão de cores durante a florada dos ipês, que transforma avenidas comerciais em corredores cênicos. Essa integração remove poluentes e oferece sombra constante, incentivando a população a ocupar os espaços públicos.

Qual é o tamanho da população e a força universitária?
O município abriga cerca de 915 mil habitantes em um vasto território de 8.082 km², mantendo baixos índices de adensamento populacional. A cidade funciona como polo de serviços e agronegócio, atraindo novos moradores pela qualidade de vida e oportunidades econômicas.
A educação é impulsionada pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), que lidera pesquisas sobre o Cerrado e sustentabilidade. A taxa de escolarização de jovens entre seis e 14 anos supera a média nacional, refletindo o desenvolvimento humano da capital.

O que visitar nos parques que funcionam como refúgios?
O turismo local foca na observação de fauna silvestre e na contemplação de lagos dentro do perímetro urbano. Espaços revitalizados permitem que o visitante caminhe sob sombras naturais e aviste araras e capivaras livremente.
Confira os locais essenciais para vivenciar a Cidade Morena:
- Parque das Nações Indígenas: Um dos maiores parques urbanos do mundo, lar do Bioparque Pantanal e grandes lagos.
- Parque dos Poderes: Centro administrativo imerso na mata nativa, onde é comum o encontro com quatis e aves silvestres.
- Avenida Afonso Pena: O eixo comercial da cidade, famoso pelos túneis formados por árvores centenárias.
- Viveiro Flora do Cerrado: Centro de produção que distribui milhares de mudas nativas para manter a cidade verde.
Quem planeja ir ao Mato Grosso do Sul, vai curtir esse vídeo especialmente selecionado do canal Vida sem Paredes, que conta com mais de 39 mil visualizações, onde Camila mostra os pontos turísticos de Campo Grande:
Qual é a melhor época para ver a florada dos ipês?
Campo Grande tem estações bem definidas: um verão úmido e quente e um inverno seco e agradável. A cidade é um dos melhores lugares do mundo para observação de aves urbanas (araras). Confira o planejamento:
Motivos para viver na capital mais verde do país
Campo Grande oferece um modelo de urbanismo que prioriza a saúde ambiental e o bem-estar humano:
- Liderança Nacional: Primeira capital do Brasil em arborização de vias públicas.
- Espaço Vital: Área verde por habitante cinco vezes superior às recomendações internacionais.
- Reconhecimento: Título global de cidade árvore mantido por seis anos consecutivos.
Você precisa conhecer a metrópole onde o progresso respeita a floresta. Venha visitar Campo Grande e respire o ar puro do Mato Grosso do Sul.

