Em um ano em que o PIB do Brasil deve crescer pouco mais de 2%, o sexagenário Grupo Soares, de Goiás, registrou o crescimento de mais de 20% em 2025 em sua principal operação de varejo, a rede de materiais de construção Irmãos Soares, e prevê investimentos para 2026.
Com sete empresas em operação, incluindo dois fundos de investimentos constituídos, a holding engloba a Irmãos Soares, a Essence Acabamentos, a Soares Capital, a Soares Empreendimentos e a Soares Agronegócio, além do Instituto Elon Soares, entidade sem fins lucrativos implantada pelo grupo na cidade de Trindade para oferecer qualificação profissional para os jovens goianos de forma gratuita.
O presidente do Conselho de Administração e de Família do Grupo Soares, Marcelo Camorim, explica que os bons números são resultados de investimentos sólidos e planejados, incluindo a mudança de gestão, que saiu do formato familiar para um modelo de gestão profissional.
“Automatizamos os nossos processos, alinhamos a nossa eficiência operacional, treinamos a equipe interna para entender o novo modelo de gestão, trouxemos executivos do mercado com experiências diferentes da nossa para somar conhecimentos e acreditamos que o sucesso de 2025 se deu muito pela lição de casa que estamos fazendo há seis anos”, enfatiza o presidente.
Projetos
Entre as áreas que vão receber investimentos do grupo em 2026 estão a incorporação imobiliária. Dois strip malls serão desenvolvidos e também projetos de loteamentos e condomínios, que serão realizados por meio de parceria com grandes incorporadoras como FGR e EBM. Projetos de salas comerciais em Goiânia ou Aparecida de Goiânia também estão em pauta.
Outro passo importante são investimentos em tecnologia e startups. Dois fundos de investimentos foram criados para suprir a demanda de investimentos em inovação para manter as operações da marca em expansão, sendo um focado em tecnologia, com gestão do Bossa Invest, para aquisição de startups que tenham sinergia com o negócio com o Grupo, e o Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC), para as operações financeiras.
São projetos de resultados de médio prazo, diz Camorim, mas cujos efeitos darão sustentação ao Grupo. “Já estamos realizando uma rodada de investimentos de startups, que estão sendo selecionadas pelo Bossa e, após todo o processo, iremos nos tornar sócios destas empresas inovadoras, pois assim queremos manter nossas operações, sempre oferecendo facilidade, agilidade e qualidade para nosso público”, afirma.
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