O radar corporativo desta quarta-feira (14) traz uma série de atualizações relevantes envolvendo companhias listadas na B3, com destaque para movimentos de capital, prévias operacionais, decisões regulatórias e ajustes estratégicos.
A Azul informou que seu capital social poderá alcançar até R$ 15,7 bilhões após a conversão de bônus de subscrição, operação inserida no plano de recuperação judicial da companhia. A medida faz parte da reestruturação financeira da aérea e tem impacto direto sobre sua estrutura de capital.
Construtoras nos destaques corporativos
No setor imobiliário, a Moura Dubeux reportou crescimento de 34,1% nas vendas e adesões líquidas no quarto trimestre de 2025, somando R$ 698 milhões. A companhia também confirmou que avalia uma oferta pública de ações que pode chegar a R$ 500 milhões, com valor inicial de R$ 250 milhões.
Já a MRV Incorporação registrou vendas líquidas de R$ 2,76 bilhões no trimestre, alta de 5,9% na comparação anual, além de geração de caixa ajustada de R$ 102,3 milhões, sinalizando melhora operacional.
Outros destaques
No noticiário regulatório, a CVM suspendeu temporariamente a OPA da Neogrid, após pedido de um acionista minoritário detentor de mais de 10% das ações em circulação. O acionista solicitou a convocação de assembleia especial para discutir uma nova avaliação e eventual revisão do preço ofertado.
Entre os movimentos estratégicos, a JBS vendeu sua participação na joint venture Meat Snack Partners, mantida com a Jack Link’s, conforme documento enviado ao Cade. Já a Petrobras voltou a produzir acima de 1 milhão de barris por dia no campo de Tupi/Iracema, no pré-sal, segundo a presidente da companhia.
Completam o radar corporativo o Banco de Brasília, que convocou assembleia para mudanças no conselho, e a SLC Agrícola, que ajustou para baixo o valor final da aquisição da Sierentz.












