A edícula térrea apresentada é um exemplo de moradia compacta e bem planejada, pensada para quem busca funcionalidade, baixo custo de obra e forte integração com áreas externas, seja em contexto urbano ou como refúgio de fim de semana. O design minimalista permite aproveitar cada metro quadrado, criando ambientes práticos e confortáveis sem comprometer a estética.
Por que implantar a casa no fundo do terreno é uma solução eficiente?
A implantação nos fundos do lote libera a parte frontal para garagem, jardim e piscina, criando uma área de lazer ampla e visualmente valorizada. Essa estratégia é comum em projetos compactos, pois separa claramente os usos de convivência externa da área íntima, aumentando a sensação de privacidade.
Essa proposta é ilustrada no vídeo do canal Tropic, com cerca de 396 mil inscritos, onde é possível ver como a implantação estratégica da casa favorece a organização do lote, integra áreas externas e proporciona uma sensação de amplitude mesmo em espaços reduzidos.
Como a área social integrada amplia a sensação de espaço interno?
Mesmo com cerca de 60 m², a área social integra sala de estar, sala de jantar e cozinha com ilha em um único ambiente contínuo. Essa solução elimina divisórias desnecessárias e faz com que o espaço pareça maior do que a metragem real.
As grandes esquadrias de vidro conectam totalmente o interior ao exterior, permitindo iluminação natural abundante e ventilação cruzada. Essa transparência visual cria uma relação direta com o jardim e a piscina, tornando o ambiente mais agradável e funcional para o uso diário.
Qual é o papel do pátio interno na ventilação e no conforto térmico?
O pequeno pátio entre a cozinha e o banheiro funciona como um jardim interno, trazendo luz e ar para áreas que normalmente seriam mais fechadas. Essa solução técnica melhora significativamente a ventilação cruzada e o conforto térmico da residência.
Além do desempenho ambiental, o pátio reforça a proposta minimalista, inserindo a natureza no coração da casa. Esse recurso é comum em projetos contemporâneos compactos e contribui para a sensação de bem-estar, mesmo em uma moradia de dimensões reduzidas.
Como varanda, piscina e paisagismo qualificam a experiência de morar?
A varanda frontal cria faixas de estar voltadas para o jardim e a piscina, funcionando como extensão da área social. Mesmo pequena, ela amplia o uso cotidiano da casa, permitindo momentos de descanso, leitura ou refeições ao ar livre.
A piscina com revestimento em pedra hijau e o deck de madeira são envolvidos por paisagismo, suavizando a transição entre áreas construídas e solo natural. Essa composição gera uma experiência de moradia associada à tranquilidade e ao contato constante com o exterior.
O programa interno atende bem a uma rotina real de moradia?
Apesar da escala compacta, o programa é completo e bem resolvido. A casa conta com 1 dormitório, 1 banheiro, cozinha, salas integradas, escritório para home office e lavanderia, todos organizados com circulação simples e poucos corredores.
Essa distribuição atende perfeitamente uma pessoa ou casal, seja para moradia permanente ou uso eventual. A inclusão do escritório reflete demandas atuais do mercado imobiliário, onde espaços de trabalho em casa se tornaram essenciais.

Quanto custa construir uma edícula como essa e quais cuidados são necessários?
Antes de executar um projeto compacto, é fundamental entender custos reais e exigências legais. Em casas desse porte, o controle orçamentário e a aprovação junto ao município são decisivos para o sucesso da obra.
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Valor estimado da obra: entre R$ 220.000 e R$ 280.000, padrão médio
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Custo médio por m²: de R$ 3.500 a R$ 4.600, devido à escala reduzida
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Necessidade de aprovação do projeto na prefeitura local
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Verificação de taxa de ocupação e recuos mínimos
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Possibilidade de financiamento habitacional pela Caixa Econômica Federal
As regras urbanísticas devem ser consultadas junto ao órgão municipal competente, conforme diretrizes do código de obras.
Para quem essa casa é indicada em termos de renda e fase da vida?
Essa edícula é indicada para solteiros, casais sem filhos ou pessoas em fases da vida que priorizam praticidade e baixo custo de manutenção. O poder de compra recomendado é para quem recebe até R$ 6.000 mensais, considerando financiamento, impostos e despesas fixas.
Dados do IBGE indicam crescimento de domicílios unipessoais e casais sem filhos no Brasil, o que reforça a demanda por moradias compactas e funcionais. A experiência proporcionada é de aconchego, eficiência energética e vida simples, sem excessos, mas com qualidade espacial e conforto real.

