Localizada no Pará, Santarém é uma das cidades mais antigas da Amazônia e um vital polo portuário. Seu maior tesouro é o espetacular encontro das águas dos rios Tapajós e Amazonas, um espetáculo que encanta visitantes do mundo todo.
O que fazer em Santarém além do famoso encontro das águas?
O ponto de partida para explorar a cidade é a Orla Fluvial, onde se pode observar o magnífico encontro das águas barrentas do Amazonas com as águas cristalinas do Tapajós, que não se misturam por quilômetros. O Mercadão 2000 é outra parada obrigatória para provar os sabores e sentir o pulso da vida local.

Mas a joia da coroa é, sem dúvida, a vila de Alter do Chão, a cerca de 37 km de distância. Conhecida como o “Caribe Amazônico”, suas praias de areia branca que emergem na vazante do rio formam um cenário paradisíaco e imperdível para qualquer visitante.
Principais atrações a seguir:
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Alter do Chão: A vila mais famosa, com a Ilha do Amor.
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Ponta do Cururu: Dunas de areia para assistir ao pôr do sol com os botos.
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Floresta Nacional do Tapajós (FLONA): Trilhas em meio à floresta amazônica.
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Canal do Jari: Rota para observar a vida selvagem, como jacarés e pássaros.
É caro viver na “Pérola do Tapajós”?
O custo de vida em Santarém é considerado moderado, sendo mais acessível do que em grandes capitais amazônicas como Belém ou Manaus. Segundo dados do IBGE, a economia local, baseada no porto e no comércio, ajuda a equilibrar os preços de produtos e serviços.
Para conhecer as surpresas do coração da Amazônia, selecionamos o conteúdo do canal Rota Livre Pelo Mundo. No vídeo a seguir, o casal detalha visualmente as primeiras horas em Santarém, no Pará, explorando o vucivuci do Mercadão 2000, saboreando peixes frescos na orla e contemplando o fenômeno do encontro das águas dos rios Tapajós e Amazonas:
No entanto, os custos podem variar bastante. Morar no centro de Santarém é mais barato, mas a vida turística em Alter do Chão, especialmente na alta temporada (agosto a janeiro), eleva significativamente os preços de hospedagem, alimentação e passeios.
Quais os melhores bairros para se hospedar?
A escolha da hospedagem depende do seu roteiro. Para quem busca praticidade e quer vivenciar o dia a dia da cidade, ficar no Centro ou no bairro Aldeia é a melhor opção, com fácil acesso à orla e ao comércio. Já para uma imersão turística, a base ideal é a própria vila de Alter do Chão.
Cada região oferece uma experiência distinta, com vantagens e custos diferentes. A tabela abaixo compara as principais áreas para ajudar na sua decisão, seja para uma viagem de férias ou para uma estadia mais longa na região.
| Bairro/Região | Perfil Principal | Custo de Hospedagem | Destaque Principal |
| Centro | Comercial e prático | Baixo a Médio | Acesso fácil à Orla e serviços |
| Aldeia | Residencial e tranquilo | Médio | Próximo ao centro, mas mais calmo |
| Alter do Chão | Turístico e praiano | Alto | Base para os principais passeios e praias |
O que mais preciso saber antes de viajar?
O clima em Santarém é quente e úmido o ano todo. A melhor época para visitar é durante o “verão amazônico” (agosto a janeiro), quando os rios baixam e as praias de areia branca se formam. O período de chuvas (fevereiro a julho) é ideal para explorar os igapós (florestas inundadas).
O acesso à cidade é feito principalmente por avião, com voos diretos de grandes capitais, ou por barco, em uma viagem cênica pelo rio. Para informações sobre eventos e serviços, o portal da Prefeitura de Santarém é a fonte oficial mais confiável.
Dicas para a viagem:
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Leve protetor solar e repelente.
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Beba muita água para se manter hidratado.
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Tenha dinheiro em espécie, pois alguns locais não aceitam cartão.

