BM&C NEWS
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
Sem resultado
Veja todos os resultados
BM&C NEWS
Sem resultado
Veja todos os resultados

Bitcoin avança na semana, mas acumula forte queda mensal em meio à cautela com o Fed

Rafael Lara Por Rafael Lara
28/11/2025
Em criptoativos, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

O Bitcoin encerrou a semana com alta próxima de 8%, alcançando a faixa dos US$ 91 mil e trazendo algum alívio após dias de volatilidade intensa. Apesar da recuperação recente, o movimento ainda não compensa o tombo acumulado ao longo do mês, em que a criptomoeda recua quase 20%. O mercado segue atento às sinalizações do Federal Reserve, cuja trajetória de juros continua sendo o principal vetor de risco para ativos digitais.

Nesse sentido, investidores enxergam na retomada semanal um possível repique técnico, sustentado pela expectativa de cortes na taxa americana a partir de dezembro. Além disso, discussões sobre mudanças no comando do banco central dos EUA também adicionaram volatilidade às negociações, já que diferentes posturas regulatórias podem alterar a percepção de risco sobre o mercado cripto.

Por que o Bitcoin reagiu nos últimos dias?

Os sinais de que o Fed pode iniciar um ciclo de afrouxamento monetário reacenderam o apetite por ativos considerados mais arriscados. A perspectiva de juros menores tende a melhorar a liquidez global, favorecendo criptomoedas. Além disso, rumores envolvendo a possível nomeação de um dirigente com visão mais branda sobre regulação impulsionaram o sentimento de curto prazo.

Por outro lado, analistas destacam que a alta recente ainda não indica reversão de tendência. O mercado continua sensível a qualquer surpresa nos indicadores americanos, especialmente dados de inflação e atividade, que podem alterar novamente as apostas para a política monetária.

Leia Mais

Bitcoin atinge nova máxima com apoio institucional e otimismo regulatório

Bitcoin cai pela 3ª sessão seguida em meio à aversão ao risco global

12 de fevereiro de 2026

B3 amplia horários de negociação para futuros de criptomoedas e de ouro a partir de março

9 de janeiro de 2026

O mês foi realmente tão negativo para o Bitcoin?

Sim. Mesmo com a recuperação da semana, o desempenho mensal permanece fraco. Em novembro, o Bitcoin chegou a testar a região de US$ 80,5 mil, consolidando um dos piores meses desde 2022. Enquanto isso, outras criptomoedas de grande capitalização também acompanharam o movimento de queda, refletindo uma realização mais generalizada em ativos de risco.

O que esperar daqui para frente?

O comportamento do Bitcoin nas próximas semanas dependerá, sobretudo, das decisões do Fed e do fluxo para ativos de risco. Nesse sentido, três fatores devem permanecer no radar dos investidores:

  • Trajetória dos juros nos EUA: qualquer mudança nas expectativas pode provocar novas ondas de volatilidade.
  • Liquidez global: movimentos no dólar e nos títulos americanos tendem a influenciar o mercado cripto.
  • Regulação: discussões sobre supervisão e novas regras para o setor continuam gerando incertezi

Enquanto isso, para quem já está posicionado, a orientação predominante tem sido adotar cautela e evitar decisões impulsivas em meio a um ambiente ainda instável. Para novos entrantes, a recomendação tem sido observar o mercado com paciência e foco no médio prazo, sobretudo considerando o peso da política monetária sobre os preços.

Engenheiro com 25 anos de carreira cria agregado que transforma plástico irreciclável em concreto para construção

Com uma reforma de US$ 5 bilhões, o Parlamento do Canadá ganhou um buraco de 23 metros para a instalação de amortecedores gigantes contra terremotos

Politização da IA: por que a inteligência artificial virou tema de Estado

Estrada na Austrália ganha fama por seu isolamento, pois seus 517 km de cascalho cruzam o deserto e exigem veículos 4×4 em um trajeto selvagem

Esqueça o cristal comum, pois esta gema violeta era tão rara quanto o rubi até ser descoberta no Brasil, sendo a obra-prima da cor

Com 26 metros de comprimento e autonomia para cruzar 12.000 km sem tripulação, o mega drone submarino da Boeing surge como a nova arma invisível dos oceanos

COPYRIGHT © 2025 BM&C NEWS. TODO OS DIREITOS RESERVADOS.

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar

Adicionar nova lista de reprodução

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • AO VIVO 🔴
  • MERCADOS
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA

COPYRIGHT © 2025 BM&C NEWS. TODO OS DIREITOS RESERVADOS.