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Ibovespa fecha com cautela e Ambipar desaba; o que explica a crise?

Rafael Lara Por Rafael Lara
03/10/2025
Em ÚLTIMAS NOTÍCIAS

O pregão desta sexta-feira (03/10) terminou com o Ibovespa andando de lado, com 0,2% de alta aos 144 mil pontos, enquanto a Ambipar (AMBP3) voltou a ser o epicentro de tensão após um mês de perdas quase totais. Além disso, o noticiário de tutelas judiciais, dúvidas sobre caixa e rebaixamentos de rating manteve o investidor na defensiva, reduzindo apetite a risco e ampliando a busca por liquidez.

Nesse sentido, a sessão foi marcada por forte assimetria: o índice tentou se sustentar, mas o derretimento de AMBP3 dominou a narrativa e contaminou o humor. Por outro lado, profissionais de mercado reforçaram a leitura de que o caso é idiossincrático, sem necessariamente comprometer o restante do setor de soluções ambientais, ainda que o episódio acenda alertas de governança e transparência.

Ambipar no foco: números e marcos que pressionam o papel

Enquanto isso, a ponta vendedora ganhou força em AMBP3 com a soma de riscos financeiros, jurídicos e reputacionais. Além disso, a discussão sobre a efetiva liquidez de parcelas do caixa e a escolha da jurisdição para proteção contra credores adicionaram incerteza regulatória e dúvidas sobre a trajetória de curto prazo.

  • Queda mensal próxima de 90% em AMBP3.
  • Desvalorização intradiária extrema nesta semana, com sessões acima de 50% de baixa.
  • Preço colapsado: de patamares acima de R$ 20 em 2024 para a casa de R$ 1 neste mês.
  • Pressões de credores, rebaixamentos de rating e questionamentos sobre FIDC com parte relacionada.

Ambipar pode cair mais?

“Faz sentido e a gente acredita que o papel deva cair ainda mais.” Com essa leitura direta, o analista Júlio Borba (Options and Co), no programa Closing (03/10), avalia que a dinâmica de notícias negativas segue intensa e que o risco de eventos de crédito adicionais permanece elevado.

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Além disso, Borba lembrou que a saída do diretor financeiro acendeu um sinal amarelo: “às vezes ocorre descoberta de potencial fraude ou situação muito problemática”, disse, ao comentar a sucessão de ruídos. Por outro lado, ele pontuou que enxerga o episódio como específico: “não vejo contágio setorial; é um caso de Ambipar”.

Nesse sentido, o analista também questionou a liminar: “é estranho a decisão no Rio de Janeiro — não é onde está a sede, nem o conselho… fica o questionamento sobre se a Justiça do RJ era a mais apta”. Enquanto isso, sobre o caixa e o FIDC, foi taxativo: “podem existir posições difíceis de desmontar e, se os credores chamarem o capital, talvez esse dinheiro não esteja disponível… ou, no pior caso, não exista”.

Por fim, Borba reiterou a orientação de gestão de risco: “a gente vinha recomendando venda; o mais prudente agora é se desfazer das ações”. E arrematou com o cenário extremo: “os papéis podem cair mais, talvez 100% inclusive… em casos de RJ/falência, as ações tendem a ir a zero”.

Como o episódio se conecta ao restante do mercado?

Além disso, a leitura dos gestores é que choques idiossincráticos podem inflar o prêmio de risco no curto prazo, mas não necessariamente alteram fundamentos do índice por si só. Por outro lado, a coincidência com um debate fiscal mais barulhento e um exterior volátil ajuda a explicar a postura defensiva dos investidores, com rotação tática para nomes de qualidade e balanços mais robustos.

O que monitorar a partir de agora?

  1. Eventuais comunicados da companhia sobre caixa, governança e reestruturação.
  2. Trâmite jurídico da tutela e respostas dos credores nas próximas semanas.
  3. Movimentos de rating, covenants e potenciais gatilhos de default.
  4. Liquidez do papel e dinâmica técnica (short covering x fluxo vendedor).

Conclusão: risco idiossincrático alto e cautela no curto prazo

Em síntese, a sessão de 03/10 reforçou que a curva de notícias de AMBP3 continua negativa e dominando o noticiário micro, mesmo com o Ibovespa tentando estabilidade. Além disso, as falas de Júlio Borba no Closing adicionam um vetor qualitativo importante à leitura de risco: a tese de queda adicional permanece sobre a mesa, exigindo disciplina de portfólio e gestão de exposição enquanto o caso evolui.

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