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Hugo Motta: a pessoa errada na hora errada

Aluizio Falcão Filho Por Aluizio Falcão Filho
15/09/2025
Em OPINIÃO, polêmica, POLÍTICA

Nesta semana, teremos o início das reações políticas mais contundentes à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, decidida pelo Supremo Tribunal Federal no último dia 11. Os políticos mais experientes acreditam que haverá uma pressão enorme por parte dos conservadores para emplacar um projeto amplo de anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo Bolsonaro.

Muitos oposicionistas disseram ter mais de 300 votos para aprovar a anistia. E como chegaram a esse número?

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Ao somar apoios não apenas da base bolsonarista, mas também de partidos do Centrão e até de siglas que ocupam ministérios no governo Lula. O PL, principal articulador da proposta, já conta com 92 deputados, enquanto o Novo apoia integralmente com seus 4 votos. O PP deve garantir cerca de 90% da bancada, o que representa 44 votos, e o Republicanos projeta 95% de adesão, com 42 votos. Mesmo partidos como PSD e MDB, que integram a base governista, têm projeções de apoio significativas — cerca de 80% e 40%, respectivamente, o que representa mais 35 e 17 votos. Com essas estimativas, a oposição ultrapassa os 257 votos necessários para aprovar um projeto de lei ordinária e se aproxima dos 308 exigidos para uma PEC, o que fortalece a pressão sobre o presidente da Câmara, Hugo Motta.

Sobre Motta, aliás, pode-se dizer que ele é a pessoa errada no lugar errado e na hora errada. O mais jovem presidente da Câmara da história brasileira, falta a ele experiência e vivência para liderar os deputados em um momento tão conturbado da vida política nacional. Trata-se de um cenário preocupante, pois duas pesquisas divulgadas no final de semana mostram que a maioria da população brasileira é contrária a um perdão a Bolsonaro, destoando da pressão exercida pelos conservadores no Congresso.

A atuação do presidente da Câmara tem sido marcada por episódios que escancaram suas fragilidades como líder político. Nos momentos mais críticos, especialmente durante o motim promovido por parlamentares bolsonaristas, demonstrou uma dificuldade flagrante para exercer o comando da Casa. A ocupação da mesa diretora por mais de trinta horas só foi encerrada graças à intervenção de seu antecessor, Arthur Lira, e de outros líderes experientes.

Essa falta de firmeza não se restringe às crises. Motta também foi ausente em momentos estratégicos, como durante a decretação da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, deixando espaço para reações da oposição e ampliando o desgaste da sua liderança. Parlamentares observam que Lira jamais teria permitido a ocupação do plenário por tantos dias, o que contrastou ainda mais com o perfil hesitante de Motta. Em situações delicadas, como na negociação sobre o IOF, ele precisou recorrer novamente a Lira para equilibrar os interesses da Câmara e do Executivo — revelando uma dificuldade crônica em articular sua própria base e negociar com o governo federal de forma independente.

Em relação à anistia da qual fala tanto o Centrão, Motta tem uma posição que muda conforme o vento. Inicialmente, evitou pautar o tema, alegando que era sensível e que a prioridade da Câmara deveria ser áreas como saúde, educação e segurança. Em seguida, passou a sinalizar abertura ao diálogo, reconhecendo que havia um “sentimento de convergência” entre os parlamentares, o que foi interpretado como uma mudança de postura. Mais recentemente, diante da ameaça de obstrução total das votações, aliados do governo passaram a prever que Motta colocaria o projeto em votação, indicando uma nova virada estratégica para tentar destravar os trabalhos da Casa.

A articulação política de Motta, por sinal, virou alvo de críticas intensas e teve sua autoridade questionada seguidas vezes. A imagem de um presidente fragilizado se consolidou não apenas na imprensa, mas nos bastidores da própria Câmara.

A imagem de Motta se apequena ainda mais quando a comparamos com o perfil de seu predecessor, Arthur Lira. O ex-presidente da Câmara se projetou como um articulador experiente, firme no comando da pauta e capaz de equilibrar pressões do governo e da base conservadora. Já Motta tem mostrado dificuldades em assumir protagonismo, revelando dependência da habilidade de Lira para mediar crises e lidar com negociações complexas. Enquanto o deputado alagoano se impunha como figura de comando, o jovem da Paraíba ainda transmite a imagem de um líder hesitante, cuja atuação vacilante diante de temas sensíveis reforça a percepção de fragilidade e desgaste precoce. A gestão de Motta pode trazer riscos à governabilidade, especialmente por não sustentar uma postura firme diante de pautas sensíveis e de intenso confronto político. A presidência da Câmara exige comando, articulação e autoridade. Até agora, Motta mostrou apenas hesitação, dependência e fragilidade.

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