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PIB do 2º trimestre deve confirmar desaceleração, apontam projeções

Renata Nunes Por Renata Nunes
01/09/2025
Em ECONOMIA, NACIONAL

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil referente ao segundo trimestre de 2025 será divulgado nesta terça-feira (2) e deve apontar uma desaceleração significativa em relação ao início do ano. A expectativa de economistas e instituições financeiras é que o impacto da política monetária restritiva, aliado às incertezas globais decorrentes das tarifas recíprocas anunciadas por Donald Trump, esteja começando a repercutir de forma mais clara sobre a atividade econômica.

De acordo com projeções de diferentes casas, a economia brasileira ainda deve registrar crescimento no período, mas em ritmo mais moderado. As estimativas variam entre alta de 0,3% e 0,5% em relação ao trimestre anterior, e de 2,1% a 2,7% frente ao mesmo período de 2024. Esse movimento reforça a leitura de que a economia deve entrar em uma trajetória de crescimento gradual até o final do ano, com setores específicos mostrando desempenhos distintos.

Quais são as projeções para o PIB do 2º trimestre?

O Banco Daycoval projeta uma expansão de 0,5% na comparação trimestral e de 2,4% em relação ao ano anterior. Para a instituição, a desaceleração é disseminada entre os setores, com exceção do agronegócio. O relatório indica que os serviços devem seguir resilientes, puxados por transportes e logística em função da safra, enquanto a indústria tende a perder fôlego, sobretudo na transformação. Pelo lado da demanda, o consumo das famílias desacelera, os investimentos recuam, mas as exportações melhoram, e as importações cedem.

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Já o ASA estima avanço de 0,3% em relação ao trimestre anterior e de 2,1% na comparação anual. O economista Leonardo Costa destaca que o impulso da supersafra de 2025 perdeu força, reduzindo a contribuição da agropecuária. Além disso, há sinais de desaceleração tanto na indústria quanto nos serviços, refletindo pesquisas setoriais do IBGE e a piora em indicadores de confiança. Para Costa, a economia entra agora em um ritmo mais moderado de expansão.

E a Austin Rating projeta crescimento de 0,3% frente ao trimestre anterior e de 2,7% na comparação anual. O economista-chefe, Alex Agostini, aponta os serviços como principal destaque, com alta de 0,7%, seguidos pela indústria, que deve avançar apenas 0,1%. A agropecuária, por sua vez, deve recuar 2,9% em relação ao trimestre anterior, em função de efeitos sazonais. Pelo lado da demanda, o consumo das famílias deve subir 0,7%, sustentado pela renda e pelo mercado de trabalho, enquanto os investimentos devem avançar 1,3%.

O que esperar para o restante de 2025?

As projeções das instituições convergem para um cenário de desaceleração mais acentuada no segundo semestre. O Banco Daycoval projeta crescimento de apenas 0,1% no terceiro trimestre e uma contração de 0,1% no quarto trimestre, encerrando o ano com alta de 2,2%. Para 2026, a expectativa é de crescimento ainda mais moderado, em torno de 1,9%.

A Austin Rating, por sua vez, estima expansão de 1,8% no PIB de 2025 e de 1,7% em 2026. O setor de serviços deve manter papel central, mas a indústria e a agropecuária apresentam sinais de perda de dinamismo. O consumo das famílias continua sendo apontado como o motor do crescimento, apesar dos efeitos da política monetária restritiva.

Nesse sentido, os riscos para os próximos meses seguem equilibrados entre pressões negativas e fatores de resiliência. Entre os riscos de baixa estão o enfraquecimento da indústria de transformação e do varejo, o que poderia reduzir o consumo. Já os riscos de alta vêm da possibilidade de maior resiliência do setor automotivo e de novos efeitos indiretos da safra sobre os serviços de transporte e logística.

Quais setores podem definir o ritmo da economia?

O desempenho dos diferentes setores da economia mostra sinais contrastantes:

  • Serviços: devem seguir sustentando o PIB, com destaque para transportes e logística.
  • Indústria: tendência de desaceleração, em especial na indústria de transformação.
  • Agropecuária: segue positiva no acumulado, mas perde força após a supersafra.
  • Consumo das famílias: resiliente, sustentado pela renda e emprego, mas sensível ao crédito caro.
  • Investimentos: devem recuar diante dos juros elevados.
  • Setor externo: exportações melhoram após desempenho fraco no 1º trimestre, enquanto importações recuam.

Enquanto isso, a política monetária restritiva continua sendo o principal freio para a atividade econômica. Com a taxa básica de juros ainda elevada, a tendência é de que a economia brasileira siga desacelerando de forma gradual, em um movimento que deve marcar a segunda metade de 2025.

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