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A polêmica da Volkswagen! Pagar a mais por uma potência que já está no carro

Ryan Cardoso Por Ryan Cardoso
16/08/2025
Em ÚLTIMAS NOTÍCIAS

No Reino Unido, a Volkswagen introduziu uma prática bastante discutida dentro do setor automotivo: a cobrança de assinaturas para liberar a potência total dos seus modelos elétricos ID.3 Pro e Pro S. Esses veículos, entregues originalmente com 201 cavalos, necessitam de um pagamento adicional para que os proprietários possam usufruir do máximo desempenho de 228 cv. Este tipo de transação já inflamou debates sobre as implicações de pagar por funcionalidades que, tecnicamente, já estão presentes nos veículos.

A estratégia de cobrança por assinaturas tem suas particularidades de preço. Para o consumidor que optar por essa melhoria, a Volkswagen oferece um plano mensal no valor de 16,50 libras, o que equivale a cerca de R$ 121. Aos que preferem um compromisso anual, a cobrança é de 165 libras (aproximadamente R$ 1,2 mil), e o plano vitalício está disponível por 649 libras, em torno de R$ 4,7 mil. Ainda há a possibilidade de experimentar a potência adicional por um mês sem custos, como forma de a marca permitir que os motoristas percebam a diferença no desempenho.

Qual é a justificativa da Volkswagen para essa cobrança?

De acordo com um porta-voz da Volkswagen, o conceito de pagar por funções extras não é exatamente uma novidade na indústria automotiva. No passado, veículos movidos a gasolina e diesel já haviam sido configurados dessa maneira, com ofertas de motores de mesmo tamanho, mas com versões mais potentes a preços diferentes. A ideia é permitir que o cliente escolha uma experiência “esportiva” sem precisar desembolsar um valor elevado na compra inicial do carro.

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A tendência de assinaturas para funcionalidades extras é nova?

A polêmica da Volkswagen! Pagar a mais por uma potência que já está no carro
Volkswagen – Créditos: depositphotos.com / OceanProd

A prática da Volkswagen não está isolada. A BMW e a Mercedes são exemplos de outras montadoras que também experimentaram o modelo de assinaturas em 2022. A BMW, por exemplo, introduziu taxas mensais para liberar o aquecimento dos bancos e o uso automatizado de faróis. O caso da Mercedes nos Estados Unidos envolveu uma assinatura que permitia acelerar mais rapidamente seus veículos elétricos. A resposta do público, contudo, foi mista devido ao fato de que os componentes já estavam instalados nos automóveis.

Como os consumidores veem o modelo de assinaturas em carros?

Pesquisas indicam uma resistência crescente por parte dos consumidores em relação a serviços conectados pagos. O estudo da S&P Global revela uma queda na disposição de motoristas para tais compromissos, de 86% em 2024 para 68% em 2025. Entre os fatores desta resistência estão o custo elevado e a frustração com a segmentação de funcionalidades básicas em pacotes pagos, que parecem onerar mais do que beneficiar o usuário.

Contudo, a popularidade do modelo de assinaturas como um todo continua em ascensão em vários setores. A consultoria Juniper Research prevê que a economia global de assinaturas alcance quase US$ 1 trilhão até 2028. Assim, ainda que com controvérsias, o modelo parece se manter relevante e promissor em diferentes áreas.

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