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Medo de ficar de fora vs ganância: o que tem definido o mercado?

Renata Nunes Por Renata Nunes
28/07/2025
Em Análises

O comportamento atual dos mercados de ações nos Estados Unidos tem refletido uma dinâmica interessante, movida mais pelo medo de ficar de fora (FOMO) do que pela tradicional ganância. De acordo com William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue, o fenômeno tem ganhado força à medida que investidores, especialmente nas Big Techs, buscam se manter posicionados no mercado, mesmo diante de múltiplos esticados e uma recuperação notável no setor.

Medo vs ganância: a nova dinâmica do mercado

Em entrevista recente ao BM&C News, William Castro Alves comentou sobre o comportamento atual dos investidores e como o FOMO (Fear of Missing Out) tem impactado as decisões de compra. Segundo Alves, “os investidores estão mais preocupados em não perder uma possível oportunidade de lucro, com o receio de que um acordo comercial ou uma notícia positiva cause um grande movimento no mercado”. Ele destaca que, mesmo com alguns ativos em níveis elevados, a expectativa de novas definições e acordos comerciais continua alimentando o apetite dos investidores.

O papel dos acordos comerciais e as expectativas de mercado

Uma das principais motivações para o FOMO, segundo William Castro Alves, é a percepção de que as tarifas e os riscos econômicos, como os impostos aplicados por Donald Trump, já foram parcialmente precificados nos ativos. A esperança de acordos comerciais entre os Estados Unidos e outros países, como Japão e União Europeia, tem dado aos investidores a confiança necessária para continuar posicionados no mercado, mesmo com a volatilidade.

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Alves explica que, quando há um acordo com o Japão, por exemplo, o impacto é imediato nas ações de grandes empresas como Toyota e Nissan, o que gera um efeito em cadeia de otimismo. Essa dinâmica é vista não apenas no setor automotivo, mas também em outras indústrias, principalmente as tecnológicas. Ele enfatiza que, enquanto o FOMO pode ser arriscado, ele também tem contribuído para a continuidade da tomada de riscos no mercado financeiro, especialmente nas cryptos e nas ações de tecnologia.

Volatilidade e expectativa para os próximos movimentos

A entrevista com Alves também tocou em pontos relevantes para a semana seguinte. O mercado de trabalho, segundo Alves, pode ter um impacto significativo nos próximos movimentos do mercado. Caso as taxas de desemprego não sigam o caminho esperado, a expectativa de cortes rápidos nos juros pode se reascender, o que poderia alimentar ainda mais a volatilidade.

Alves alerta, contudo, que “por mais positivo que o humor do mercado esteja agora, sempre é preciso ficar atento aos cisnes negros – eventos inesperados que podem gerar grandes quedas no mercado”. Ele afirma que, mesmo em um cenário de otimismo, o risco de um movimento brusco está sempre presente. Para ele, a próxima semana será crucial, com a publicação de indicadores de inflação e a fala de figuras chave, como o presidente do Banco Central Americano, Jerome Powell, e até uma possível visita de Donald Trump. Esses eventos podem ser determinantes para a próxima volatilidade.

Os desafios à frente

Alves não esconde que a expectativa de volatilidade está alta, mesmo com o cenário aparentemente positivo. “O mercado já está aquecido e, com a liquidez excessiva, as criptomoedas estão atingindo patamares recordes, alimentando o FOMO“, observa. Esse cenário pode gerar uma bolha especulativa, onde o medo de ficar de fora pode levar a uma supervalorização de ativos, especialmente em setores que dependem de grandes inovações, como as Big Techs.

Com tantas incertezas, Alves acredita que a diversificação se torna cada vez mais importante. “É fundamental para o investidor que ele busque uma carteira equilibrada, onde ele possa explorar os benefícios de um mercado otimista, mas também se proteger contra os riscos decorrentes de movimentos especulativos e volatilidade excessiva”, recomenda o estrategista.

Olhando para o futuro

Apesar do cenário instável e dos riscos de uma possível correção, William Castro Alves vê a adaptação do investidor ao FOMO como uma força que tem sustentado o mercado. A questão, no entanto, será até quando esse comportamento poderá continuar gerando lucros sem se tornar uma bolha prestes a estourar. A busca por retorno imediato, alimentada pelo medo de ficar de fora, não é uma estratégia sustentável a longo prazo, alerta Alves, e cabe ao investidor buscar estratégias mais informadas e diversificadas para lidar com as incertezas que vêm pela frente.

O comportamento dos mercados de ações neste ano tem sido impulsionado por uma combinação de fatores, mas é o medo de ficar de fora (FOMO) que tem dominado as decisões dos investidores, especialmente no setor de tecnologia e criptomoedas. Embora esse impulso tenha ajudado o mercado a manter-se otimista, a expectativa de volatilidade e as incertezas globais exigem cautela. O mercado, que vive um momento de altos preços, precisa equilibrar os riscos de curto prazo com uma visão estratégica de longo prazo, especialmente à medida que eventos inesperados podem causar grandes distúrbios no futuro próximo.

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