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Em 4 anos, Bolsa dobra de valor e chega perto da marca de 4 milhões de investidores

BMCNEWS Por BMCNEWS
10/01/2022
Em Bloco 1, MERCADOS, Mercadoss

Nunca se falou tanto de Bolsa de Valores no Brasil. Com o juro real (que desconta a inflação) próximo de zero, investir em ações virou papo de mesa de bar. Pode parecer que sempre foi assim, mas a verdade é que o movimento é bem recente. 

Foi só há quatro anos que surgiu a B3 – fruto da fusão das antigas BM&F Bovespa e Cetip. Desde então, o valor de mercado do negócio mais do que dobrou, passando de R$ 40 bilhões para R$ 100 bilhões, enquanto o total de investidores se multiplicou por seis, chegando perto de 4 milhões.

O impulso para a alta do número de investidores foi conjuntural, já que as aplicações de renda fixa ficaram menos atrativas com a queda dos juros. Tanto é assim que, antes do boom atual, a Bolsa tentou várias formas de promover o mercado acionário. De tendas nas praias paulistas e em sindicatos a uma campanha publicitária com Pelé, nada parecia adiantar em um cenário em que o investidor poderia ganhar mais de 10% ao ano sem correr risco.

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Com a queda dos juros, vieram as plataformas de investimento em Bolsa. De repente, o cliente se viu bombardeado de todos os lados: bancos, casas de análises e corretoras. 

“O que fez diferença foi o crescimento de plataformas e do mercado de assessores, que levam conhecimento às pessoas físicas”, afirma o sócio da Eleven Financial, Raphael Figueiredo.

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A advogada Bruna Garner, de 27 anos, é uma dessas novas investidoras. Suas primeiras ações foram compradas há cerca de um ano, quando garimpou papéis que caíram muito no início da pandemia, como a Azul, a Gol e a agência de turismo CVC.

“Comecei para ter uma forma de rendimento. Nossos pais pensavam em previdência e imóveis, mas isso já não traz um retorno tão bom como ações”, comenta Bruna, que tem 10% de sua carteira em renda variável – o restante segue em renda fixa.

Já o analista de dados Yago Rodrigues, 28 anos, começou a investir um pouco antes do começo da pandemia, testando fundos imobiliários e ETFs, que seguem índices acionários. Hoje, Rodrigues tem 50% de sua carteira em ações, incluindo papéis de uma das queridinhas do mercado, o Magazine Luiza.

O aumento do total de empresas listadas também serviu de incentivo à Bolsa brasileira. Desde o início de 2020, mais de 60 empresas já fizeram ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês), número que ainda vai subir até o fim do ano.

Apesar do crescimento acelerado, a B3, que já esteve na quinta posição entre as Bolsas de Valores do mundo, viu sua posição cair por conta do real enfraquecido, já que esse ranking é feito em dólar. O ranking é liderado pelas americanas Nyse e Nasdaq, gigantes com US$ 20 trilhões em capitalização das empresas listadas. Na B3, esse valor é de cerca de US$ 1 trilhão.

Apesar da expansão recente, a B3 ainda navega sozinha no mercado acionário local. A eventual chegada de uma concorrente para a Bolsa brasileira é um assunto recorrente. Nos últimos meses, com rumores de uma nova movimentação para criar uma rival, a B3 perdeu cerca de 28% em valor de mercado. O assunto retornou após a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) colocar o tema em audiência pública, encerrada há poucos meses. Os resultados dessa consulta ainda estão sendo analisados.

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