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Ibovespa opera em alta, mas queda do petróleo pesa sobre petroleiras

Rafael Lara Por Rafael Lara
05/03/2025
Em MERCADOS

Nesta quarta-feira (5), o Ibovespa volta do feriado de Carnaval com volatilidade, refletindo o cenário externo e os movimentos das commodities. O principal destaque do dia é a forte queda do petróleo, impactando diretamente as ações das petroleiras. Além disso, a possível redução do apoio dos Estados Unidos à Ucrânia e a imposição de novas tarifas comerciais pelo governo Trump adicionam incerteza ao mercado.

Queda do petróleo pressiona petroleiras

O petróleo Brent, referência global e para o mercado brasileiro, registra queda de aproximadamente 3,7%, sendo negociado a US$ 68,40 por barril. Segundo João Abdouni, analista da Levante Investimentos, esse movimento é resultado de uma combinação de fatores, como o aumento da produção anunciado pela Opep e a sinalização de um possível cessar-fogo na guerra da Ucrânia.

“O aumento da produção da Opep e essa possível solução para o conflito na Ucrânia estão derrubando o preço do petróleo. Além disso, tivemos dados econômicos mais fracos dos Estados Unidos, o que também pressiona as commodities para baixo”, explica Abdouni.

Na Bolsa, as petroleiras refletem essa desvalorização do petróleo. A Petrobras (PETR4) cai cerca de 3,2%, enquanto outras empresas do setor, como Prio (PRIO3) e 3R Petroleum (RRRP3), também operam em queda. Segundo Abdouni, a Brava Energia, que tem um custo de extração mais alto, é uma das mais afetadas, com desvalorização próxima a 5,8%.

Nos Estados Unidos, o impacto também é forte. As ações da Chevron registram queda de aproximadamente 7,6%, após Trump sinalizar que pode interromper operações da empresa na Venezuela.

Tensões comerciais e guerra na Ucrânia no radar

Outro fator que pesa no mercado é a incerteza sobre a guerra na Ucrânia. Durante um encontro entre Donald Trump e Volodymyr Zelensky, o ex-presidente americano deixou claro que os Estados Unidos não devem continuar enviando recursos para a Ucrânia.

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“O Trump tentou endereçar alguns dos principais pedidos do Putin para um possível cessar-fogo. Ele também sinalizou que o apoio financeiro americano à Ucrânia será cortado. Isso mexe diretamente com o mercado, pois um possível fim do conflito pode alterar a dinâmica de investimentos em defesa na Europa”, analisa Abdouni.

A União Europeia já anunciou um pacote de 800 bilhões de euros para reforço militar, o que fortalece moedas como o euro e a libra esterlina frente ao dólar. Esse movimento também contribui para a desvalorização das commodities, já que um dólar mais fraco reduz a atratividade de ativos denominados na moeda americana.

Além da guerra, os mercados reagem às novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos sobre Canadá, México e China. Segundo Abdouni, o mercado ainda não precificou esse movimento como inflacionário, mas a tendência é que essas tarifas incentivem a produção industrial dentro dos EUA, reduzindo a dependência de fornecedores estrangeiros.

“Trump prometeu ao longo da campanha que colocaria a América em primeiro lugar e, agora, ele está fazendo exatamente isso. O mercado reage com volatilidade, pois ainda há muitas incertezas sobre as possíveis retaliações desses países”, conclui o analista.

Minério de ferro e Vale seguram o Ibovespa

Apesar das quedas no setor de petróleo, o minério de ferro apresenta uma leve recuperação, o que impulsiona a Vale (VALE3). A ação opera em alta de 0,8%, ajudando a sustentar o Ibovespa no positivo. O setor de mineração se beneficia da expectativa de novos estímulos na economia chinesa, que podem impulsionar a demanda por metais.

Expectativas para os próximos dias

Os investidores devem seguir atentos aos desdobramentos da guerra na Ucrânia, às políticas comerciais dos EUA e à volatilidade das commodities. Além disso, o relatório de emprego dos Estados Unidos, previsto para sexta-feira, pode influenciar as expectativas sobre os juros americanos, impactando diretamente o fluxo de capital para os mercados emergentes.

Com a volta do feriado e as incertezas globais no radar, o mercado brasileiro começa a semana com muita volatilidade. Para quem está de olho nas oportunidades da Bolsa, o momento exige atenção redobrada e análise cuidadosa dos movimentos internacionais.

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